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Dados apontam que taxa de prevalência para doentes diabéticos em Cabo Verde é de 3,7%

Cidade da Praia, 14 Nov (Inforpress) – A coordenadora nacional do Programa de Prevenção da Diabetes, Emília Cristina Monteiro, disse que os últimos dados apontam que a taxa de prevalência para doentes diabéticos em Cabo Verde é de 3,7 por cento (%), na sua maioria com o tipo 2.

Emília Cristina Monteiro fez esta afirmação à Inforpress, no âmbito do Dia Mundial da Prevenção da Diabetes, que se assinala a 14 de Novembro.

Citando o inquérito realizado mesmo antes da pandemia, a responsável informou que a prevalência de diabetes em Cabo Verde é 3,7%, explicando que os dados não modificam muito de acordo com o sexo, mas sim de cada região do País.

A responsável chamou a atenção para os cuidados a ter com a doença, uma vez que grande número de vítimas mortais no arquipélago acontece devido às complicações que a diabete provoca.

“A doença tem matado sobretudo por causa das complicações, com altas taxas de mortalidade”, assinalou.
Neste sentido, avançou que houve grande atenção para os doentes durante o período pandémico, pois tiveram seguimento como todos os doentes crónicos, a abdicação de ir ao hospital, ou apenas em ocasiões que realmente necessitem de cuidados mais intensivos.

Este ano o lema é justamente “Acesso aos cuidados para a diabetes”, porque demasiadas pessoas ainda não têm acesso a meios de diagnóstico, medicamentos e dispositivos de monitorização que possam ajudar na gestão da diabetes.

No entanto, disse, o Ministério da Saúde não tem programado nenhuma actividade especial, mas as estruturas regionais de saúde estão realizando alguns actos de sensibilização, chamando a atenção sobre a taxa de prevalência, como também das medidas preventivas, neste caso a dieta mais saudável e não serem sedentárias.

De acordo com a Organização Mundial da Saúde este ano marca também o centenário da descoberta da insulina em 1921, um feito científico que mudou a vida das pessoas que vivem com diabetes.

Mas cem anos depois desta inovação extremamente importante, a morte prematura de pessoas com diabetes permanece elevada em muitos países africanos, devido ao diagnóstico tardio e à falta de acesso à insulina.

Na Região Africana, mais de 19 milhões de pessoas vivem com diabetes, e prevê-se que este número aumente para 47 milhões até 2025.

A diabetes é uma doença caracterizada pelo excesso de glicose no sangue, que com o envelhecimento da população e o aumento da obesidade, tem provocado aumento de pessoas com a doença.

Existem dois tipos de diabetes: a 1, que surge na infância ou na adolescência e acompanha a pessoa pelo resto da vida e a 2 que aparece com mais frequência em pessoas obesas e sedentárias.

Os sintomas da doença caracterizam-se por exagero no urinar, sensação de sede excessiva, desidratação, fraqueza, cansaço e náuseas.

HR/JMV

Inforpress/Fim

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