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Director nacional da Saúde quer a eliminação do paludismo até ao horizonte 2020 (c/áudio)

Cidade da Praia, 30 Nov (Inforpress) – Cabo Verde quer, até o horizonte de 2020, eliminar o paludismo e há condições para que isto aconteça, mantendo zero caso autóctone, disse hoje o director nacional da Saúde, Artur Correia.

“Vamos trabalhar para que consigamos isto, pois é algo que está nas nossas mãos”, afirmou Artur Correia, para quem este ano ficou provado que se o país mantiver vigilância epidemiológica e ambiental poderá conseguir “bons resultados” na luta contra o paludismo.

Segundo este responsável, para que isto aconteça é necessária uma união de vários factores, nomeadamente de outros ministérios, das Organizações Não Governamentais e organizações comunitárias para, juntos, construírem um plano de eliminação do paludismo.

Artur Correia fez estas considerações à imprensa à margem do acto de encerramento de um ateliê promovido pelo Ministério da Saúde e Segurança Social (MSSS), em parceria com a Organização Mundial da Saúde, para revisão do desempenho do Programa Nacional de Luta contra o Paludismo.

Revelou que este ano o país registou um único caso do paludismo, mas que foi importado.

Reconhece que Cabo Verde continuará a ter casos importados de paludismo, mas o “fundamental” é o país “fazer o seu trabalho de casa”, ou seja, manter vigilância epidemiológica em termos de pessoas infectadas, sintomáticas ou assintomáticas para que o vírus seja detectado precocemente e permitir que as autoridades ajam em consequência.

Na perspectiva do director nacional da Saúde, a luta contra o paludismo é “fundamental” para um país como Cabo Verde que tem no turismo como um dos seus principais factores do desenvolvimento.


LC/CP

Inforpress/Fim

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