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Director Nacional da PN deixa transparecer que líder sindical da Polícia foi reformado compulsivamente

Cidade da Praia, 13 Jul (Inforpress) – O director nacional da Polícia Nacional, Estaline Moreno, confirma medidas disciplinares sobre alguns dirigentes do Sindicato Nacional da Polícia (Sinapol), garantindo que é um processo em curso em que os visados podem ainda recorrer da decisão.

O director nacional da PN fez estas declarações à imprensa à margem da conferência de socialização de aplicação de gestão de contraordenação e registos de acidentes rodoviários, que decorreu hoje na Cidade da Praia.

À pergunta se foi a tutela da Polícia Nacional que tomou a decisão, Estaline Moreno respondeu nesses termos: “Foram três processos disciplinares: dois decididos pela Direcção Nacional e um que foi para a tutela para decisão”.

Segundo ele, um dos processos “está ainda em andamento” e disse que existem “outros mecanismos” que os visados podem utilizar em ordem a ser “resolvida a situação”.

Informações não oficiais dizem que, na sequência da greva dos agentes policiais no ano passado, o líder sindical, José Barbosa, foi “desarmado e reformado compulsivamente”, assim como o secretário do Sinapol.

A Inforpress contactou o presidente do Sinapol, mas este afirmou não ter conhecimento de qualquer punição a que foi alvo. Entretanto, uma outra fonte do mesmo sindicato, confirmou que “são verídicas as informações” vindas a público, ou seja, José Barbosa foi reformado compulsivamente.

Por sua vez, José Manuel Vaz, presidente da Confederação Cabo-verdiana dos Sindicatos  Livres, central onde está filiado o Sinapol, disse que dispõe de “informações isoladas” sobre o assunto e que não está na posse de “todos os dados a nível nacional” referentes ao caso.

“Tudo indica que houve punições, mas não é apenas do presidente, há mais dirigentes. Nós queremos ter dados sobre todos os dirigentes que foram punidos para podermos fazer um pronunciamento já a partir de amanhã (sábado)”, completou este sindicalista para quem se está perante uma situação “muito delicada” que carece de “dados fiáveis e concretos”.

Entretanto, a Inforpress sabe que aos coordenadores sindicais e delegados lhes foram aplicadas penas que vão até 125 dias de suspensão, mas com efeitos suspensivos.

LC/GSF/FP

Inforpress/Fim

 

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