Search
Generic filters
Exact matches only
Search in title
Search in content
Search in excerpt
Filter by Categories
Politica
Desporto
Economia
Sociedade
Ambiente
Cooperação
Cultura
Internacional
Destaques
Eleições

Director do departamento de Energia da ARME defende necessidade de se regulamentar sector

Cidade da Praia, 28 Nov (Inforpress) – O director do departamento de Energia da Agência Reguladora Multissectorial da Economia (ARME), José Delgado, defendeu esta sexta-feira a necessidade de se regulamentar o sector, por forma a tornar mais fácil a regulação do mesmo.

José Delgado falava à imprensa à margem de um ‘workshop’, de dois dias, de apresentação e discussão do Regulamento de Relações Comerciais e do Regulamento da Qualidade de Serviço do Sector Eléctrico, que arrancou na quinta-feira, 26.

Nas suas declarações, este responsável frisou que, apesar dos desafios, o sector eléctrico no País tem vindo a registar ganhos significativos.

“Acho que tem vindo a melhorar muito e agora estamos nessa parte de regulamentar, porque sem regulamentar é mais difícil de regular”, afirmou José Delgado para quem regulamentar significa “tornar os processos transparentes e toda gente participativa”.

O director do departamento de energia da ARME disse que, para que tais regulamentos sejam transparentes, devem estar publicados no site das empresas para que, por exemplo, uma pessoa ao fazer uma ligação à rede ou ter um problema de factura, já sabe os procedimentos que deverá ter em conta.

“Quando se é transparente o próprio utente vai avaliar realmente o valor do serviço, mas, não tendo nenhum regulamento, as pessoas nem conseguem saber qual é o valor exacto”, completou.

Em relação ao Regulamento de Relações Comerciais e ao Regulamento da Qualidade de Serviço do Sector Eléctrico, objectos do referido workshop, José Delgado afirmou que nunca foram implementados.

“Há um procedimento que é interno às empresas, mas nós, actualmente, queremos torná-los públicos, transparentes e publicados em todos os lugares”, referiu o responsável, completando que ao diminuir as assimetrias de informação do consumidor, e num processo transparente, esses deixam de ser pacíficos e começam a passar a ser mais activos.

GSF/HF

Inforpress/Fim

Share on facebook
Facebook
Share on twitter
Twitter
  • Galeria de Fotos