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Director da rádio Praia FM diz que emissora “está bem posicionada” e conseguiu “consolidar-se no mercado”

Cidade da Praia, 15 Mai  (Inforpress) – O director da rádio privada Praia FM, Giordano Custódio, afirmou hoje que o “estado de saúde” da rádio “é bom” porque está bem posicionada uma vez que, ao longo dos 20 anos conseguiu construir uma audiência.

Giordano Custódio falava em declarações à Inforpress no âmbito do 20º aniversário desta rádio, criada em 1999, que emite apenas para ilha de Santiago.

“O estado de saúde é óptimo, principalmente, pela rede de relações que construímos, pela rede de parceiros que temos. Construímos uma instituição sólida e que tem no seu público um grande carinho, que tem nos artistas, principalmente, uma grande parceria e isso tudo tem demonstrado a vitalidade da rádio ao longo desses anos todos”, afirmou.

Custódio diz estar surpreso pelo carinho que tem recebido por parte de vários ouvintes, dos artistas que tocam quase que diariamente na emissora e de pessoas que passaram a ser amigas da rádio.

Conforme disse, tudo isso são aspectos “muito interessante” que mostra que a “rádio está viva e de boa saúde” porque o essencial da rádio é a construção da sua audiência e nestes aspectos estão “muito bem posicionados”.

Para este responsável, esta rádio, logo nos seus quatro anos de vida conseguiram atingir todos os objectivos estabelecidos e hoje em dia é uma instituição “consolidada e faz parte de uma empresa que está no mercado e procura a cada dia encontrar os recursos para a sua sustentabilidade”.

Esta emissora privada que não recebe qualquer incentivo financeiro do Estado e do Governo, para este responsável é lastimável e ainda criticou o facto de “dificilmente” receberem anúncios ou alguma solicitação por parte do Estado ou do Governo.

“Eu costumo dizer que nós não temos, nem o Governo e nem o Estado como o nosso cliente. Eu lastimo isso, porque vejo que existe muito trabalho a ser feito em prol das populações e que a rádio Praia FM, de uma forma específica e, as rádios em geral, seriam o melhor canal para chegar até essas populações”, lamentou.

A questão tecnologia, para o responsável da rádio, é o grande desafio desta emissora, que emite apenas na Cidade da Praia.

“A Praia FM surgiu no momento da transição do analógico para o digital, depois consolidamos a infra-estrutura digital em pleno, e só que hoje em dia o digital passa a ter aspectos muito mais específico no transporte do áudio” disse.

Se antes o transporte do áudio era através da infra-estrutura analógico, prosseguiu, hoje o transporte do áudio é sobre a infra-estrutura digital, então “isso é um grande desafio porque leva-nos a sair das fronteiras da própria rádio e do espaço limite geográfico”.

Hoje em dia, continuou, a rádio tem ouvintes nos Estados Unidos da América, no Japão, por toda a Europa e, no entanto, estão aqui na Cidade da Praia.

“É todo mundo que nos ouve e esse é um grande desafio que temos de saber enfrentar nos próximos tempos, porque o modo de fazer a rádio há 20 anos, não é igual ao modo de fazer hoje em dia”, sublinhou.

AM
Inforpress/Fim

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