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Direcção-Geral dos Serviços Prisionais diz não entender greve anunciada pelos agentes da classe

Cidade da Praia, 31 Jul (Inforpress) – O director-geral dos Serviços e Reinserção Social, Paulo Tavares, disse hoje não entender a greve anunciada pelos agentes prisionais, explicando que o Ministérios da Justiça cumpriu com o acordo feito com a classe.

Paulo Tavares fez esta intervenção à imprensa, reagindo à greve confirmada pelos agentes prisionais, marcada para entre os dias 03 e 10 de Agosto.

Na ocasião, esclareceu que o Ministério da Justiça tem cumprido com o acordo feito a 18 de Dezembro de 2019, tanto com a classe dos agentes prisionais, assim como o sindicato.

Nesta linha, apontou que o compromisso assumido era a alteração da base salarial, anteriormente de 40 mil escudos que passou para 50 mil escudos, e acumulação de subsídio que passou a 18.828 escudos.

Quanto à valorização dos agentes, o responsável referiu que na questão académica, os que completarem a licenciatura terão a oportunidade de promoção, que é reservado a 25 por cento (%) em todas as fases da promoção das categorias superiores da classe.

“Relativamente à questão da promoção, ficou aprovado no Orçamento Rectificativo, a congelamento de todas as promoções em todas as classes profissionais no país”, sublinhou.

Paulo Tavares frisou também que não há nenhuma pendência com horas extras, o novo fardamento foi entregue no último mês de Abril.

Sobre o recrutamento de novos agentes, o director-geral dos Serviços e Reinserção Social informou que para 2020 ficou aprovada a entrada de mais 50 agentes de acordo com o orçamento e não de 120 como reivindica a classe.

Ajuntou ainda que a Direcção-Geral dos Serviços Prisionais propôs oito agentes para a Cadeia Central da Praia, quatro para São Vicente, dois para a ilha do Fogo, dois para Santo Antão e quatro para o Sal, esforço para garantir o mínimo que é a saúde e a alimentação dos reclusos.

“E claramente dará vigilância e o mínimo de segurança que se quer nos estabelecimentos prisionais, pelo que não entendemos o porquê da greve, já que o ministério tem estado a cumprir”, sustentou.

Os agentes prisionais já entregaram um pré-aviso de greve nacional nas cadeias civis do país de 03 a 10 de Agosto, mas não houve entendimento nas negociações entre as partes quanto aos serviços mínimos exigidos pela lei.

HR/JMV

Inforpress/Fim

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