Dia Mundial da Liberdade de Imprensa: AJOC convida jornalistas a reflectirem sobre exercício da profissão

 

Cidade da Praia, 02 Mai (Inforpress) – A Associação Sindical dos Jornalistas de Cabo Verde (AJOC) vai aproveitar a comemoração do Dia Mundial da Liberdade de Imprensa, assinalado a 03 de Maio, para reflectir com os profissionais sobre o exercício da profissão.

“Liberdade de imprensa, independência e censura na era digital” é o tema escolhido para a conferência do dia 03 de Maio, na Cidade da Praia, a ser proferido pelo professor Mário Mesquita e moderado pela jornalista da Televisão de Cabo Verde (TCV), Margarida Fontes, segundo o convite da AJOC, enviado a redacção da Inforpress, pela sua presidente, Carla Lima.

A escolha do tema, de acordo com a mesma fonte, prende-se com as mudanças por que tem passado a imprensa no mundo, e em particular em Cabo Verde, que mostram que a liberdade de imprensa “não é um dado adquirido”, sendo por isso, um exercício diário de “conquista e reafirmação” dos valores que norteiam o exercício da profissão.

À margem da conferência, que terá a abertura presidida pelo Presidente da República, Jorge Carlos Fonseca, será lançado o prémio “Manuel Delgado”, uma parceria entre a AJOC e a Unitel Tmais, assim como serão anunciados os vencedores do Prémio Nacional de Jornalismo.

Entretanto, no âmbito da comemoração do Dia Mundial da Liberdade de imprensa, a AJOC tem programado para esta terça, 02 de Maio, uma campanha de doação de sangue, no Banco de Sangue do Hospital Agostinho Neto, na Cidade da Praia, e, no dia 14 e Maio, será a vez da tradicional corrida de “Liberdade de Imprensa”.

Ainda, com o objectivo de proporcionar momento de convívio entre os jornalistas de todos os órgãos de comunicação social, a Associação Sindical dos Jornalistas de Cabo Verde promove um jantar, que tem também como finalidade “estreitar os laços e fortalecer” a classe.

O Dia Mundial da Liberdade de Imprensa, celebrado desde o ano de 1993, visa promover os princípios fundamentais da liberdade de imprensa, combater os ataques feitos aos media e impedir as violações à liberdade de imprensa e lembrar os jornalistas que são vítimas de ataques, capturados, torturados ou a quem são impostas limitações no exercer da sua profissão.

Homenagear todos os profissionais que faleceram vítimas de ataques terroristas ou que foram assassinados por organizações terroristas, é também o objectivo do dia, já que todos os anos vários jornalistas são capturados e mantidos prisioneiros em diversas regiões do mundo, com destaque para os países onde vigoram regimes ditatoriais.

A Associação Repórteres Sem Fronteiras desenvolve esforços para proteger os profissionais de comunicação social em todo o mundo e alertar para os perigos a que estão sujeitos no desempenho do seu trabalho.

DR/AA

Inforpress/Fim

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