Dia de São Vicente: “O trabalho do executivo não tem sido uma missão de contornos facilitados e nem de facilitismos – edil

Mindelo, 22 Jan (Inforpress) – O presidente da Câmara Municipal de São Vicente, Augusto Neves, assegurou hoje, no Mindelo, que o trabalho do executivo não tem sido uma missão de “contornos facilitados” e nem de “facilitismos”, com decisões de “responsabilidade e coragem política”.

Augusto Neves, que discursava no final da tarde desta terça-feira, na sessão solene de comemoração do Dia do Município de São Vicente, garantiu que se pretende promover a ilha pela sua “dimensão e em termos de oferta patrimonial, cultural e histórica, que se associa à paisagem natural, hoteleira, restauração e os produtos endógenos”.

De forma, segundo a mesma fonte, a possibilitar toda a criação de um “território competitivo” em termos de oferta turística, tanto a nível interno, como a nível internacional.
Mas, o trabalho do executivo, que preside, ajuntou, não tem sido uma “missão de contornos facilitados e nem está embebida de facilitismos”.

“De decisões, que exigiram responsabilidade e coragem política, mas, que tomamos em linha com os compromissos assumidos perante os mindelenses”, disse Augusto Neves, para quem tem trilhado os caminhos “mais assertivos” para o desenvolvimento do concelho e em que a aposta no sector empresarial constituirá como um “motor” e uma das “mais adequadas” aos desígnios da ilha e como garantia de futuro para as gerações vindouras.

Durante esta cerimónia presidida pelo presidente da Assembleia Nacional, Jorge Santos, o edil sanvicentino assegurou que Mindelo tem sob sua responsabilidade uma realidade de “dimensão mundial”, que é a Baía do Porto Grande e que não pode ser “negligenciada”, mas que, por outro lado, asseverou, carece de “intervenção urgente”, no sentido da sua preservação e cuidado.

A cerimónia contou ainda com a participação da presidente da Assembleia Municipal de São Vicente, Fernanda Vieira, que aproveitando a presença do chefe do parlamento nacional, Jorge Santos, focou sobre a “necessidade urgente” de conferir maiores poderes à Assembleia Municipal, atribuindo competência ao respectivo presidente para gerir o orçamento deste órgão deliberativo.

A actual situação, considerou Fernanda Vieira, é “bloqueadora”, uma vez que aprovam os orçamentos da câmara municipal e desta dependem para efectuar despesas da assembleia.
Por isso, segundo a mesma fonte, urge resolver esse aspecto e que esperam contar com o apoio do presidente da Assembleia Nacional.

Um apelo a que Jorge Santos respondeu assegurando que 2019 vai ser o ano das reformas do poder local, que deverá instaurar as mudanças, que se “adequam ao desenvolvimento” do referido poder.

Além da sessão solene para assinalar os 557 anos da criação do município de São Vicente, foi ainda cumprido, nesta terça-feira, um programa religioso que contemplou missa e procissão pelas artérias da cidade.

LN/JMV

Inforpress/Fim

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