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Dia da Criança Africana: Acrides advoga “políticas assertivas” que ajudem as famílias

Cidade da Praia, 16 Jun (Inforpress) – A presidente da Associação de Crianças Desfavorecidas (Acrides), Lourença Tavares, defendeu hoje a necessidade de  haver políticas assertivas que ajudem as famílias a compreenderem melhor o seu papel no processo de formação e desenvolvimento da criança.

É que no entender de Lourença Tavares, “a família é a base e o Estado tem de criar as melhores condições para proteger as crianças porque quando uma criança tem uma infância sã, o seu futuro será melhor”, defendeu.

A presidente da Acrides disse à Inforpress que a associação que dirige promove hoje uma conferência subordinada ao tema “justiça, amiga da criança vítima de violência”, em parceria com as redes locais de prevenção contra o abuso e exploração sexual, no âmbito da comemoração do dia da Criança Africana, celebrado a 16 de Junho.

A conferência, online, terá lugar nas ilhas do Sal e de Santo Antão e para a cidade da Praia prevê-se a divulgação de um vídeo promocional, nas redes sociais, com mensagem das crianças sobre a efeméride, adiantou Lourença Tavares salientando que essas actividades serão realizadas online tendo em conta que as comemorações deste ano foram condicionadas pela pandemia do novo coronavírus.

“Este ano vamos comemorar em versão online e em parceria com as redes locais de prevenção contra o abuso e exploração sexual vamos promover uma conferência nas ilhas do Sal e de Santo Antão e para a cidade da Praia, vamos divulgar nas redes sociais um vídeo promocional com mensagem das crianças sobre a efeméride”, adiantou.

O tema escolhido para a conferência segundo esta responsável, vai ao encontro do apelo dos organismos internacionais sobre a importância da promoção e garantia da justiça da criança.

No que se refere à promoção e garantia dos direitos das crianças africanas, afirma que ainda há muito por fazer não obstante algumas acções com o intuito de proteger a camada infantil levadas a cabo por diferentes decisores políticos africanos.

Aproveitou a oportunidade para apelar a um maior envolvimento e melhoria das relações entre as  instituições do Estado e as de promoção, defesa e garantia dos direitos das crianças, exortando o Estado a ver a sociedade civil como um parceiro nessa caminhada.

O dia da criança Africana é celebrado todos os anos a 16 Junho, que se assinala em memória das crianças negras que foram mortas nesse dia, em 1976, no Soweto-África do sul, quando ergueram as suas vozes para recusarem que o ensino da língua affrikaans se tornasse obrigatório nos currículos escolares, reivindicavam o direito a aprender a sua língua materna (não apenas o Inglês) e a melhoria da qualidade do ensino.

CM/HF//CP

Inforpress/Fim

 

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