Deputados do MpD pelo círculo do Fogo com “boas informações” em relação à implementação do Ensino Superior na ilha

Cidade da Praia, 27 Mai (Inforpress) – Os deputados do Movimento para Democracia (MpD-poder) eleitos pelo círculo eleitoral da Fogo disseram hoje estarem na posse de “boas informações” em relação à implementação do Ensino Superior naquela ilha.

Vanuza Barbosa e Filipe Santos deram esta informação à Inforpress depois de se terem reunido com o Reitor da Universidade de Cabo Verde (Uni-CV), Arlindo Barreto, e o ministro da Educação, Amadeu Cruz.

“Pedimos audiência com a Reitoria da Uni-CV. Tínhamos na agenda, primeiramente, cumprimentar o senhor Reitor e toda a sua equipa reitoral pela eleição e desejar os maiores sucessos nessa missão que é conduzir a universidade pública”, explicou Vanuza Barbosa.

A deputada disse ainda que aproveitaram para falar com Arlindo Barreto sobre a implementação do Ensino Superior na ilha do Fogo.

“Como nós sabemos, a implementação do Ensino Superior na ilha do Fogo está contemplada no Programa do Governo desta X Legislatura e será feita através da universidade pública de Cabo Verde que, portanto, fará toda a programação, planeamento e a criação das ofertas formativas que serão levadas para a ilha”, explicou.

Entretanto, esta parlamentar disse terem saído do encontro com “boas informações”, uma vez que, segundo disse, o processo está a seguir o seu andamento e “está avançado”.

“Foi o que nos passou a equipa reitoral da Uni-CV, que será responsável por esta implementação. Os cursos já estão a ser trabalhados, e neste momento há um engajamento de todas as partes, neste caso a Uni-CV, o Ministério de Educação, enquanto tutela, e também a Agência Reguladora do Ensino Superior (ARES), no sentido de fazer avançar o processo o quanto antes para que nós possamos ter, no próximo ano lectivo, 2022/2023, o pólo da universidade na ilha do Fogo”, disse.

A deputada disse ainda que ficaram a saber que existe um “número bem significativo” de estudantes foguenses na Uni-CV, na Praia, 317.

“Alguns estão cá com a bolsa da FICASE, outros têm o subsídio da Câmara Municipal e a dificuldade é sempre o de estar fora de casa. Muitas vezes aqueles que não têm uma bolsa integral, apenas um subsídio importa sempre verificar este aspecto através da acção escolar, como é que se pode complementar para que não passem por mais dificuldades”, prosseguiu, reconhecendo, entretanto, que estes estudantes “estão bem integrados”.

GSF/JMV
Inforpress/Fim

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