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Defesa: Quarenta e sete fuzileiros navais das tropas de elite recebem boinas azuis

Cidade da Praia, 26 de Fev (Inforpress) – Quarenta e sete militares saídos do 40º curso de formação de soldados fuzileiros navais receberam hoje as boinas azuis no Comando da Terceira Região Militar, com o Chefe Estado Maior a destacar as qualidades das tropas de elite.

Ao presidir esta cerimónia da imposição de boinas aos mais novos soldados fuzileiros das Forças Armadas de Cabo Verde, o Chefe do Estado Maior desta instituição castrense, o major-general Anildo Graça Morais, explicitou que a capacidade da superação, resiliência e sacrifício, aliada ao patriotismo abnegado em defesa da Nação define as qualidades das tropas especiais.

Considerou que esta etapa formativa que hoje se encerra não simboliza o fim da “caminhada, do esforço, luta e sacrifício”, mas sim o início de uma caminhada em prol da causa da defesa do país, das instituições democráticas e do povo cabo-verdiano, sublinhando para a importância de preservar “o bom nome da instituição” como a mais credível do País.

“Ser fuzileiro naval deve ser uma honra por toda a mística”, enalteceu Anildo Morais, que destacou a força e as capacidades anfíbias destas tropas de elite para um país insular como Cabo Verde”.

O oficial militar afirmou que a tarefa dos fuzileiros navais exige muito destas tropas especiais, tendo enaltecido o esforço e dedicação dos formadores deste curso num momento de pandemia.

O Chefe do Estado Maior das Forças Armadas esclareceu que “a operacionalidade da unidade dos fuzileiros navais é condição “sine qua non” para que as FA possam estar preparadas para cumprir as suas missões em operação terrestres, anfíbias, abordagens ou na segurança locais e de entidades”.

Anildo Morais incitou a todos a continuar a cumprir, de forma incansável as missões, independentemente das vicissitudes que constantemente são evidenciadas, alertando que “todo o aprendizado é contínuo” e que só a experiência poderá fazer destes militares, exortando-os a não se curvarem “perante a indisciplina, medo, injustiça, preguiça ou laxismo”.

Os novos fuzileiros navais saíram de um curso de 13 semanas intensivas de treinos e instrução, divididas em preparação militar básica específica dos fuzileiros e a fase da especialidade das tropas de elite, que contou inicialmente com 50 participantes, coordenados pelo tenente-coronel Wladmir Horta.

Este formador considerou que para qualquer fuzileiro, esta etapa representa o fim de “um longo e árduo percurso”, marcado por “muita lágrima, suor e sangue derramados por uma causa nobre”.

Durante a formação foram ministrados temas como educação física-militar, educação moral e cívica-militar, ordem, comunicação, saúde, higiene, socorrismo, topografia, explosivos, minas e armadilhas, infantaria de combates, operações terrestres e anfíbias, marinharia e meios de desembarque e combates em áreas danificadas.

A ocasião foi ainda aproveitada pelo reconhecimento público aos formandos que se destacaram, com o soldado Jamiro Monteiro Silva a ser contemplado com o prémio “Destreza Física”, Wilson Monteiro Pinto ao de “Aprumo Militar”, por revelar melhor qualidade militar, ao passo que Elton Stevies Gomes Silva foi distinguido com o “Melhor Aluno do Curso”.

SR/JMV

Inforpress/Fim

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