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Cruz Vermelha vai apostar numa intervenção na fase pós-covid-19 no próximo ano

Mindelo, 05 Dez (Inforpress) – O presidente da Cruz Vermelha de Cabo Verde (CVCV) afirmou esta sexta-feira, em entrevista à Inforpress, que a instituição, em 2021, vai apostar numa intervenção numa fase pós-covid-19, que tem a ver com a resiliência das pessoas.

Segundo o tenente-coronel Arlindo de Carvalho, a perspectiva é que o movimento internacional da Cruz Vermelha continue ainda em 2021 com a situação da covid-19 e, por isso, dará seguimento as suas acções a nível de resposta à essa crise.

“Já no nosso orçamento estamos a prever a intervenção da Cruz Vermelha numa fase pós-covid que tem a ver com a resiliência das pessoas, com a retoma das actividades socio-ecónomicas e também com o assentamento das comunidades”, adiantou.

Acrescentou que a CVCV pretende intervir também no campo militar social, para além da vertente de assistência alimentar e nutricional, trabalhar com o programa de apoio sociopsicológico, com o programa que tem a ver com situações de crise e desastres no meio ambiente, reforçar a componente voluntariado e incrementar a diplomacia humanitária.

Mas, sustentou que “um dos grandes objectivos para 2021 é, sem dúvida, a implementação do projecto que reforça todo o sistema dos jogos sociais aqui em Cabo Verde, baseando-se numa plataforma já digital”.

Isto porque, explicou, os jogos sociais “sustentam em média 90 por cento (%) dos projectos sociais” da Cruz Vermelha, cuja “parte de funcionamento ronda mais de 200 milhões de escudos anuais”.

No entanto, para o presidente da CVCV, uma das preocupações da actual direcção é diversificar as fontes de rendimento porque, observou, “a demanda é muita, os desafios são enormes a capacidade de resposta é limitada”.

“Vamos ter que mobilizar vontades e desejos, incrementar o voluntariado e, sobretudo, trabalhar a nível da responsabilidade social do sector público e do sector privado e ainda trazer para o contexto da Cruz Vermelha o exercício da cidadania numa perspectiva de ajuda ao próximo”, afiançou o tenente-coronel Arlindo de Carvalho.

CD/CP

Inforpress/Fim

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