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“Cruz Vermelha de Cabo Verde já habituou os cabo-verdianos  a uma presença permanente nas situações de dificuldade” – PR

Ribeira Grande, 08 Mai (Inforpress) – O Presidente da República, Jorge Carlos Fonseca, considerou hoje, em comunicado, que a Cruz Vermelha de Cabo Verde já habituou os cabo-verdianos a uma presença “permanente  e reconfortante” em todas as situações de dificuldade.

“Tanto nos contextos de doença como nas de catástrofes naturais, a bandeira da instituição que sempre congrega amparo, coragem, apoio, suporte e dignidade, é desfraldada”, diz o Presidente da República na mensagem alusiva ao Dia Internacional da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho, “a maior organização humanitária do planeta”.

De acordo com o documento a que a Inforpress teve acesso, mesmo em situação de normalidade a Cruz Vermelha de Cabo Verde, com os seus mais de 1500 voluntários, diz-se presente no dia-a-dia de muitas pessoas idosas e de diversas crianças, através de programas sociais e educativos, além de estender a sua intervenção pelas áreas ambiental e do saneamento.

“Neste Dia Internacional da Cruz Vermelha queria enaltecer o papel primordial que ela tem desempenhado no quadro da epidemia do novo coronavírus que tanto mal nos tem causado”, disse Jorge Carlos Fonseca, ressaltando “o importantíssimo apoio prestado aos serviços de saúde durante estes tempos de epidemia” e a “inestimável contribuição” da legião de voluntários que, “em todos os cantos do país”, ajudam a “minimizar o sofrimento” dos mais necessitados.

Jorge Carlos Fonseca considera que essas são uma “eloquente mensagem de solidariedade” e um “reforço da certeza” de que a doença será vencida.

Nas qualidades de Presidente da República e de presidente de honra da Cruz Vermelha de Cabo Verde, aproveitou esta efeméride para exprimir o seu “profundo reconhecimento” à Cruz Vermelha de Cabo Verde, “muito especialmente aos seus voluntários”.

O Presidente da República considerou, no documento, que o Movimento da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho reúne largos milhões de voluntários espalhados pelo mundo, cuja missão central  é aliviar o sofrimento de seres humanos dilacerados por guerras, catástrofes naturais e por vulnerabilidades diversas.

O Movimento, adianta o comunicado hoje divulgado por Jorge Carlos Fonseca, promove o respeito pela dignidade humana, em particular durante conflitos armados, através de 189 sociedades nacionais da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho, unidas por sete princípios fundamentais, de entre os quais se destacam a Humanidade, a Independência, a Neutralidade, o Voluntariado e a Universalidade.

Não obstante a “omnipresença” dos voluntários da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho em praticamente todos os cenários em que um ser humano sofre, a sua missão tem-se tornado mais complexa,  em razão da mudança de natureza dos conflitos existentes em grande parte do globo.

HF/AA

Inforpress/Fim

 

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