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Cruz Vermelha de Cabo Verde envia equipa médica para missão de socorro em Moçambique (c/áudio)

Cidade da Praia, 28 Mar (Inforpress) – A Cruz Vermelha de Cabo Verde em parceria com o Governo vai enviar, na próxima semana, uma equipa médica constituída por 12 pessoas, sendo seis médicos e seis enfermeiros para uma missão de socorro em Moçambique.

Segundo o presidente da Cruz Vermelha de Cabo Verde, tenente-coronel Arlindo Carvalho, em declarações à imprensa, a organização está a ultimar os documentos para que a equipa médica cabo-verdiana possa, na próxima semana, integrar a grande equipa internacional que está no terreno em Moçambique, na sequência dos estragos e mortes causados pela passagem do ciclone Idai.

“A equipa cabo-verdiana vai integrar uma equipa composta por elementos das Nações Unidas e da Federação Internacional da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho”, disse.

Conforme o presidente da CVCV, trata-se de um gesto simbólico da parte de Cabo Verde, uma vez que o sistema de saúde do país não permite que se possa enviar mais médicos.

Realçou, entretanto, que as Forças Armadas de Cabo Verde estão a ponderar a possibilidade de enviar alguns elementos para as operações de resgate.

A equipa médica cabo-verdiana é constituída por clínicos, psicólogos e enfermeiros.

Quanto à mobilização dos recursos financeiros que está sendo efectuado para apoiar os moçambicanos, o presidente da Cruz Vermelha de Cabo Verde avançou que sexta-feira, 29, fará um ponto de situação sobre a quantia já angariada nas contas abertas nos bancos existentes no país.

A passagem do ciclone Idai em Moçambique, no Zimbabué e no Maláui fez pelo menos 786 mortos e afectou 2,9 milhões de pessoas nos três países, segundo dados das agências das Nações Unidas.

Moçambique foi o país mais afectado, com 468 mortos e 1.522 feridos já contabilizados pelas autoridades moçambicanas, que dão ainda conta de mais de 127 mil pessoas a viverem em 154 centros de acolhimento, sobretudo na região da Beira, a mais atingida.

As autoridades moçambicanas adiantaram que o ciclone afectou cerca de 800 mil pessoas no país, mas as Nações Unidas estimam que 1,8 milhões precisam de assistência humanitária urgente.

PC/ZS

Inforpress/Fim

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