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Cruz Vermelha: Arlindo de Carvalho reeleito presidente com mais de 90% dos votos dos delegados

Cidade da Praia, 27 Nov (Inforpress) – Arlindo Soares de Carvalho, foi reeleito hoje para o cargo de presidente da Cruz Vermelha de Cabo Verde (CVCV) com mais de 90% dos votos dos delegados que participaram na XII Assembleia-geral realizada sexta-feira e sábado na Cidade Velha.

Segundo Arlindo de Carvalho, num rol de 47 delegados presentes, representando quase todos os municípios do país, 44 votaram favorável à sua lista (única) e três votaram contra, o que, na sua perspectiva, demonstra que a mensagem do grupo dos contestatários não teve qualquer eco no seio dos delegados.

“O processo decorreu na normalidade, com muita participação dos delegados. A votação que é secreta e directa decorreu na normalidade e todas as propostas apresentadas foram aprovadas com uma taxa de 94% da votação”, precisou.

“Toda a família da Cruz Vermelha entendeu que aquilo não tem nada a ver com a Cruz Vermelha. Tem a ver com outros propósitos”, salientou, não especificando quais outros propósitos.

Arlindo de Carvalho adiantou que a prioridade para esse novo mandato passa pela continuidade das acções de combate à covid-19, apoio às autoridades na mitigação dos efeitos das sucessivas secas e também no combate aos impactos das alterações climáticas.

A reforma institucional é outro aspecto que vai merecer a atenção da equipa directiva da Cruz Vermelha, tendo em destaque a implementação do plano estratégico e uma atenção “muito particular” a dois projectos que Arlindo de Carvalho a seguir detalhou.

“O primeiro é o projecto da informatização dos jogos sociais a cargo da CVCV e a finalização e a implementação definitiva do projecto da escola nacional de socorrismo e cuidados”, apontou, prometendo também uma atenção especial aos voluntários e aos conselhos locais.

Recordar que um grupo de voluntários “insatisfeitos” da CVCV, tendo com porta-voz José Maria Correia, classificou de ilegal a XII Assembleia-geral electiva, prometeu impugnar os resultados das eleições que teve como único candidato Arlindo de Carvalho.

Em nome do grupo, que integra três últimos presidentes da CVCV, José Mário Correia, antigo membro do conselho superior, argumentou que o estatuto que serve de base para a convocatória é um estatuto “ilegal”, porque não cumpriu os requisitos tradicionais exigidos pela Cruz Vermelha Internacional.

O grupo acusa ainda o presidente Arlindo de Carvalho de cometer várias ilegalidades e ter feito uma “gestão fraudulenta”.

Arlindo de Carvalho, por seu turno, declara-se tranquilo perante as acusações e desafia o grupo a recorrer ao tribunal.

MJB/CP

Inforpress/fim  

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