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Covid-19: UCCLA promove iniciativa “A Cantar em Português”

Cidade da Praia, 30 Mai (Inforpress) – A União das Cidades Capitais de Língua Portuguesa (UCCLA) promove a iniciativa “A Cantar em Português”, que tem como missão trazer música num momento em que milhares de pessoas estão em isolamento social, devido à pandemia da covid-19.

Segundo o secretário-geral da UCCLA, Vitor Ramalho, num contexto em que os espetáculos foram, com autores dos países de língua portuguesa, adiados, as exposições proteladas e a cultura, de uma maneira geral, está a passar por uma fase “menos favorável”, a UCCLA decidiu promover várias iniciativas culturais.

“A Cantar em Português” #ficoemcasa#, que é uma mostra online, envolve autores dos países de língua portuguesa e as canções que integram este reportório musical é também na quarta língua mais falada no mundo.

Segundo o site da organização, os artistas que autorizaram a divulgação das suas canções foram Carlos Alberto Moniz (Portugal), Into Ferreira (Timor-Leste), Kálu Mendes (São Tomé e Príncipe), Luiana Abrantes (Angola), Mário Marta (Cabo Verde), Mingo Rangel (Moçambique), Sílvia Nazário (Brasil) e Tabanka Djaz (Guiné-Bissau).

Para acederem à música escolhida pelos cantores, informou, basta clicar em cima da fotografia de cada um.

Para além desta iniciativa, a UCCLA desafiou os escritores de língua portuguesa a produzirem pequenas produções literárias contribuindo por via delas como instrumentos de reflexão sobre o novo modelo de vida com que poderão ser confrontados no futuro.

“A cultura não pode deixar de estar presente nessa reflexão. E porque é assim, tencionamos publicar em livro esses contributos salvaguardando critérios editoriais de qualidade”, anunciou o secretário-geral da UCCLA .

A mesma fonte informou que mesmo estando a sede da UCCLA, em Lisboa, encerrada, nenhuma das actividades que vinham a desenvolver parou.

É o caso dos projectos em curso na Guiné-Bissau, Moçambique ou Cabo Verde que vão desde o combate pela educação até à defesa e valorização dos centros históricos das cidades, e terminando em respostas à mobilidade urbana não esquecendo a solidariedade devida às vítimas de calamidades na cidade da Beira.

Confiante de que o mundo vai vencer esta pandemia e que o retorno à normalidade da vida ocorrerá brevemente, Vitor Ramalha adiantou que estão a projectar retomar as iniciativas que têm marcado a dinâmica da UCCLA, algumas delas desenvolvidas nas instalações da sua sede, logo que essa abertura ocorra.

AM/ZS

Inforpress/Fim

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