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Covid-19: Terceiro maior partido moçambicano defende processo de paz “inclusivo”

Maputo, 07 Ago (Inforpress) – O Movimento Democrático de Moçambique (MDM), terceiro maior partido, defendeu hoje no parlamento “inclusão” na implementação do acordo de paz, para que não haja mais focos de instabilidade no país.

“A implementação do acordo de paz deve ser mais inclusiva, para evitar que o país continue com mais focos de instabilidade”, afirmou o porta-voz da bancada do MDM na Assembleia da República, Fernando Bismarque.

Fernando Bismarque avançou que a implementação do Acordo de Paz e Reconciliação Nacional assinado há um ano entre o Governo e a Resistência Nacional Moçambicana (Renamo), principal partido da oposição, deve ter em conta a sensibilidade de outras correntes da sociedade.

Na quinta-feira, passou um ano após a assinatura do Acordo de Paz e Reconciliação Nacional entre o Presidente moçambicano e o líder da Renamo.

Ao abrigo do acordo, mais de 500 antigos guerrilheiros da Renamo – da meta de pouco mais de 5.000 – foram desmobilizados, no âmbito do DDR.

O entendimento é o terceiro entre o Governo da Frente de Libertação de Moçambique (Frelimo) e a Renamo, desde a assinatura do Acordo Geral de Paz (AGP) em 1992, que pôs termo a 16 anos de guerra civil à escala nacional.

Os dois acordos resultaram de confrontos entre as forças governamentais e a guerrilha da Renamo na sequência da contestação dos resultados eleitorais pelo principal partido da oposição.

Além da instabilidade no centro, Moçambique está a braços com ataques armados no norte do país, alguns dos quais reivindicados pelo Estado Islâmico (EI).

Inforpress/Lusa/Fim

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