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Covid-19: Presidente da República adverte que em momento de crise não pode haver divisões (c/áudio)

Assomada, 18 Jul (Inforpress) – O Presidente da República está a acompanhar as opiniões sobre o chumbo de Estatuto Especial Administrativa da Praia e do acórdão do Tribunal Constitucional sobre o SOFA, mas adverte que em momento de crise “não pode haver divisões”.

“ (…) Quando temos uma situação como a desta pandemia, em que o desemprego aumenta, em que as empresas são afectadas e outras a fecharem, e com crise social mais forte, por vezes há tentação para que as pessoas se exaltarem mais, estarem mais insatisfeitas, para exigem mais, o que é bom, porque a democracia em Cabo Verde veio em definitivo, não tem nenhuma erosão e a democracia e a liberdade não vão andar para trás”, começou por dizer Jorge Carlos Fonseca.

O Presidente da República falava à imprensa, no final da visita à Região Sanitária Santiago Norte (RSSN), após ter reunido em Assomada, Santa Catarina, com as autoridades ligadas ao combate do novo coronavírus (covid-19) e ter visitado o Hospital Regional Santa Rita Vieira (HRSRV).

O chefe de Estado disse, aliás, que é “normal e é salutar” as pessoas estarem a discutir o Parlamento, os partidos terem posições diferentes, os deputados expressarem as suas opiniões com liberdade e sem pressão, que as pessoas possam discutir a ideologia e projectos do Governo, plano de desenvolvimento social e de combate à pobreza, sobre os estatutos das cidades, SOFA, Tribunal Constitucional, paridade de género, constituição de lista para as eleições e que elas podem discutir tudo.

Mas, entretanto, advertiu que não se pode discutir três coisas – a independência de Cabo Verde, a democracia e liberdade e unidade nacional.

É que, segundo a mesma fonte, de momento, deve-se lutar contra o vírus (covid-19), desenvolvimento de Cabo Verde, mais justiça social, menos assimetrias regionais, mais justiça, e não de se inventar problemas que não existem.

“Às vezes, há tentação de coisas que são acessórias, mas, o fundamental, é dentro da coesão nacional, na liberdade e na democracia para que possamos construir um País forte e credível no regime da democracia e liberdade, independentemente das ilhas, mas naquilo que nos une, e o que nos une? O que nos une é Cabo Verde (…)”, enfatizou o mais alto magistrado da Nação.

FM/JMV

Inforpress/Fim

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