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Covid-19: Pandemia matou mais de 4,75 milhões de pessoas em todo o mundo

Paris, 28 Set (Inforpress) – A pandemia provocada pelo novo coronavírus já fez pelo menos 4.752.875 mortos em todo o mundo desde que foi notificado o primeiro caso na China, segundo o balanço diário da agência France-Presse.

Mais de 232.273.010 pessoas foram infectadas pelo novo coronavírus em todo o mundo, segundo o balanço, feito às 10:00 TMG (11:00 em Lisboa) de hoje com base em fontes oficiais.

Na segunda-feira, registaram-se 7.345 mortes e 503.272 novas infecções, segundo os números coligidos e divulgados pela agência.

Os países que registaram mais mortes nesse dia foram os Estados Unidos (2.403), Rússia (852) e Irão (289).

Os Estados Unidos continuam a ser o país mais afectado, tanto em número de mortes como de infecções, com um total de 690.426 mortes e 43.116.432 casos, segundo os dados da universidade Johns Hopkins.

Depois dos Estados Unidos, os países mais afectados são o Brasil, com 594.653 mortos e 21.366.395 casos, a Índia, com 447.373 mortos (33.697.581 casos), o México, com 275.676 mortos (3.635.807 casos) e a Rússia, com 205.531 mortos (7.464.708 casos).

Entre os países mais atingidos, o Peru é o que apresenta o maior número de mortes em relação à sua população, com 604 mortes por cada 100.000 habitantes, seguido pela Bósnia (320), Macedónia do Norte (317), Hungria (312), Montenegro (303) e Bulgária (295).

Em termos de regiões do mundo, a América Latina e Caraíbas tiveram um total de 1.484.609 mortes para 44.797.829 casos, a Europa 1.305.044 mortes (67.318.550 casos), a Ásia 836.095 mortes (53.707.794 casos), os Estados Unidos e Canadá 718.081 mortes (44.720.901 casos), a África 209.174 mortes (8.251.132 casos), o Médio Oriente 197.781 mortes (13.303.574 casos) e a Oceânia 2.091 mortes (173.237 casos).

O balanço foi feito com base em dados obtidos pela AFP junto das autoridades nacionais e informações da Organização Mundial de Saúde (OMS).

Devido a correcções feitas pelas autoridades e a notificações tardias, o aumento dos números diários pode não corresponder exactamente à diferença em relação aos dados avançados na véspera.

Inforpress/Lusa/Fim

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