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Covid-19: Mundo supera 300 milhões de casos de contaminação

Baltimore, Estados Unidos, 07 Jan (Inforpress) – O número de infecções com covid-19 registadas em todo o mundo atingiu hoje 300 milhões, mas os cientistas acreditam que pode ser muito maior, devido à quantidade de casos que não são notificados.

De acordo com uma contagem independente feita pela Universidade de Johns Hopkins, com dados coligidos a partir de diferentes fontes oficiais, o número de infecções com covid-19 conhecidas atingiu hoje 300.338.680.

Os dados actualizados pela Johns Hopkins revelam ainda 5.472.939 mortes com covid-19 em todo o mundo, com os Estados Unidos a liderar (833.988), seguidos pelo Brasil (619.654), Índia (483.178), Rússia (307.488) e México (299.970).

Em relação aos casos de contaminação, os Estados Unidos é o país com maior incidência, com 57,7 milhões, seguido pela Índia com 31,1 milhões, Brasil com 22,3, Reino Unido com 13,9, França com 11 e Rússia com 10,4 milhões.

Os primeiros 100 milhões de infecções em todo o mundo foram atingidos no final de Janeiro de 2021, pouco mais de um ano após a doença se tornar conhecida, mas esse número duplicou em sete meses, chegando a 200 milhões no início de Agosto passado.

Os cinco meses desde então para chegar a 300 milhões de casos dão uma ideia da progressão da doença, apesar das campanhas de vacinação lançadas durante o ano passado na maior parte do mundo, cujo sucesso e alcance têm sido muito desiguais.

No entanto, o número de novos casos acelerou em muitos países no último mês, devido ao aparecimento da variante Ómicron, que é muito mais contagiosa, embora menos letal, do que as mutações anteriores de covid-19.

Quanto à maior incidência de mortes em relação ao número de casos, os dados dos cientistas citam o Iémen (19,6%), Peru (8,8%), México (7,4%), Sudão (7,1%) e Equador (6,1%) como os países mais atingidos.

Dados da Universidade de Johns Hopkins estimam as doses de vacinas já administradas em todo o mundo em 9.345 milhões, com os Emirados Árabes no topo da lista com 93,43% da sua população totalmente vacinada, seguidos por países como Portugal, Chile, China, Cuba, Singapura, Camboja, Espanha e Malásia com 80% ou mais das pessoas vacinadas.

A maior parte do grupo de menor vacinação, abaixo de 10% da população, além de integrar países como Afeganistão ou Síria, é formada principalmente por nações africanas pobres, como Guiné, Costa do Marfim, Quénia, Gabão, Gana, República Central Africana, Zâmbia, Senegal, Somália, Serra Leoa, Níger, Burkina Faso, Uganda, Sudão, Camarões ou Tanzânia.

Inforpress/Lusa

Fim

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