Covid-19: Mais de 38,5 milhões de infectados no mundo desde início de pandemia

Paris, 15 Out (Inforpress) – Mais de 38.571.770 pessoas foram infectadas em todo o mundo com o novo coronavírus desde que este foi descoberto em Dezembro na China, indica um balanço às 11:00 TMG (12:00 em Lisboa) da agência France-Presse.

O número de mortos no mesmo período foi de 1.093.624 e pelo menos 26.662.700 pessoas são consideradas curadas, segundo a AFP.

Nas últimas 24 horas registaram-se 5.948 mortos e 365.249 novos casos de covid-19. Os países que registaram mais mortes no último dia foram os Estados Unidos com 794 mortos, o Brasil com 749 e a Índia com 680.

Os Estados Unidos são o país mais afectado, tanto em número de mortos como de casos, com um total de 216.904 mortos entre 7.917.189 casos, segundo o balanço da universidade Johns Hopkins. Pelo menos 3.155.794 pessoas foram declaradas curadas.

Depois dos Estados Unidos, os países mais enlutados são o Brasil com 151.747 mortos em 5.140.863 casos, a Índia com 111.266 mortos (7.307.097 casos), o México com 84.898 mortes (829.396 infectados) e o Reino Unido com 43.155 mortes (654.644 casos).

Entre os países mais afetados, o Peru é o que conta com mais mortos em relação à sua população, 102 por cada 100.000 habitantes, seguido da Bélgica (89), Bolívia (72) e Espanha (71).

A China (sem os territórios de Hong Kong e Macau) declarou um total de 85.622 casos (11 nas últimas 24 horas), incluindo 4.634 mortos (0 no último dia), e 80.748 curas.

A América Latina e as Caraíbas totalizavam hoje às 11:00 TMG 373.930 mortos em 10.258.546 casos, a Europa 245.984 mortes (6.882.373 infectados), os Estados Unidos e o Canadá 226.566 mortos (8.106.148 casos), a Ásia 155.781 mortos (9.436.577 infectados), o Médio Oriente 51.566 mortes (2.249.650 casos), África 38.832 mortos (1.605.588 casos) e a Oceânia 1.001 mortos (32.890 infectados).

O número de casos diagnosticados só reflecte, contudo, uma fração do número real de infecções. Alguns países só testam os casos graves, outros utilizam os testes sobretudo para rastreamento e muitos países pobres dispõem de limitadas capacidades de despistagem.

O balanço foi realizado a partir de dados recolhidos pelas delegações da AFP junto das autoridades nacionais competentes e de informações da Organização Mundial de Saúde.

Inforpress/Lusa/fim

 

 

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