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Covid-19/Ilha do Sal: Comandante da PN diz que operações levadas a cabo diariamente visam controlo e cumprimento “rigoroso” das regras (c/áudio)

Espargos, 14 Abr (Inforpress) – O comandante da Polícia Nacional (PN), no Sal, asseverou hoje que as operações levadas a cabo diariamente visam o controlo e cumprimento rigoroso das regras estabelecidas, no âmbito das medidas para fazer face à pandemia da covid-19.

A PN no Sal levou a cabo uma operação stop esta segunda-feira, cuja acção provocou um engarrafamento durante mais de duas horas, uma fila de viaturas, destacando-se táxis, e carrinhas de aluguer, entre condutores amadores, na zona do Morro Curral, onde fica localizado o Comando da Polícia Nacional da Segunda Região.

Questionado sobre a razão dessa operação, com aplicação de coimas, em plena crise provocada pela covid-19, e no momento em que o Governo procura mitigar os efeitos dessa pandemia com medidas excepcionais, o comandante Orlando Évora explicou que estas operações, além da finalidade do cumprimento de regras gerais de trânsito e ordem pública, visam um controlo meticuloso das viaturas que circulam na via pública.

“Temos que saber porque é que as viaturas estão a circular. Então, cada operação do tipo é no sentido de se verificar estas condições. Essas operações têm que ser feitas, principalmente a nível de táxis e outras viaturas de aluguer”, explicou.

O responsável assegurou, entretanto, que a actuação policial não pode “ferir” o princípio da legalidade, nem a liberdade do cidadão.

“Qualquer actuação da polícia em estado normal ou em estado de emergência tem de ser dentro dos parâmetros legais, respeitando os princípios de actuação da Polícia Nacional, sob pena de quem infringir a conduta, incorrer a medidas disciplinares”, enfatizou.

Quanto aos resultados da operação stop desta segunda-feira, o comandante conta que foram apreendidas 11 viaturas e aplicação de algumas coimas, sem, no entanto, quantificar o valor.

Na hipótese de se vir a alargar o estado de emergência no país, Orlando Évora diz que o efectivo deverá estar psicologicamente preparado para o efeito, já que a missão de todos e cada um é servir a pátria e seus cidadãos.

“Todos devem estar cientes que esta é a profissão que escolhemos e que a população precisa de nós. Trabalhar não apenas na repressão mas na protecção. A população precisa de nós, e a nossa missão é zelar para a segurança e tranquilidade das pessoas. Eis a nossa tarefa. Estamos aqui para servir a pátria”, enfatizou, concluindo.

SC/CP

Inforpress/Fim

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