Covid-19: Governo cria seguro de vida para profissionais de saúde no valor de três milhões de escudos

Cidade da Praia, 22 Mai (Inforpress) – O Governo aprovou uma resolução que estabelece uma compensação extraordinária, em forma de seguro de vida, aos trabalhadores do Serviço Nacional de Saúde (SNS), no montante de três milhões de escudos, em decorrência da covid-19.

Em conferência de imprensa, o porta-voz do Conselho de Ministros, Fernando Elísio Freire, explicou que esse seguro é destinado a todos os trabalhadores de saúde que estão na linha da frente no combate ao novo coronavírus e que, segundo o governante, tem estado sempre presente e com e espírito de sacrifício.

“Até ao momento se há uma grande luta no País para ganharmos a guerra contra o vírus, temos que dar muito desse crédito aos profissionais de saúde porque estão na linha da frente a trabalhar arduamente”, precisou o porta-voz, que considerou que este seguro é um “acto e gesto de reconhecimento e de protecção” durante essa situação da pandemia da covid-19.

Fernando Elísio Freire disse que após a criação das condições do equipamentos de protecção individual, o Governo achou que era preciso dar o próximo passo e criar um serviço de seguro de vida para esses profissionais de saúde que eventualmente possam vir a perder a vida no combate à covid-19.

Entretanto, explicou que o beneficiário desse seguro vai ter de ser referenciado pelo Serviço Nacional de Saúde.

Para o governante, trata-se de uma medida “extremamente importante”, que vai permitir o “aumento da capacidade de intervenção” dos profissionais de saúde.

“Acreditamos que com mais esta medida estamos a reforçar ainda mais a protecção dos nossos profissionais que merecem um reconhecimento da própria sociedade cabo-verdiana pelo extraordinário trabalho, mas assim como os profissionais de outras áreas que tem estado na linha da frente da luta contra o novo coronavírus”, referiu

Na ocasião, assegurou que o Governo está a trabalhar num projecto para encontrar soluções para as pessoas, pais e encarregados de educação com crianças e que têm de ir trabalhar, já que as escolas, creches e o pré-escolar encontram-se fechadas, e poderá também fazer a articulação do teletrabalho “lá onde for possível”.

AV/AA

Inforpress/Fim

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