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Covid-19/Estado de emergência: UCID diz acatar decisão do PR que julga ser mais consentânea com a realidade

Mindelo, 16 Abr (Inforpress) – O presidente da União Cabo-Verdiana Independente e Democrática (UCID) disse hoje que o seu partido acata a decisão do Presidente da República sobre o prolongamento do estado de emergência considerando ser uma decisão mais consentânea com a realidade.

António Monteiro reagia à Rádio de Cabo Verde sobre a decisão do Presidente República, Jorge Carlos Fonseca, de prolongar o estado de emergência, a partir do dia 18 de Abril, até 02 de Maio para as ilhas de Santiago, São Vicente e Boa Vista onde já se registaram casos de infecção pelo novo coronavírus e ainda até 26 de Abril nas restantes ilhas do país onde ainda não há casos positivos.

Segundo António Monteiro, a proposta da UCID era de manter o estado de emergência nas ilhas onde os casos da doença se manifestaram e suspender onde não há casos. Mas, realçou, o Presidente da República exerceu o seu papel e a UCID está de acordo com ele.

“Julgamos ser uma decisão mais consentânea com a realidade na medida em que poderá haver casos de assintomáticos que não se revelaram e, provavelmente, poderão vir a revelar-se. Entendemos que essa declaração vem dar ao país mais um instrumento no combate ao coronavírus”, declarou o presidente da UCID.

António Monteiro disse esperar que o Governo realmente tenha “uma maior celeridade em acudir as pessoas”, principalmente as com “maior grau de vulnerabilidade”, não só nas cestas básicas mas também no acesso a água e electricidade.

“Aqui falo directamente para o bairro da Boa Esperança [Boa Vista] onde se está a confinar as pessoas mas, sabe-se de antemão que têm dificuldades no acesso à água e energia eléctrica. De maneira que é preciso criar as condições para que estes cidadãos consigam nestes dias de quarentena levar a vida com menor solavanco possível”, concretizou.

Corroborando as palavras do Presidente da República sobre a “economia que vai sofrer um grande golpe”, António Monteiro pediu igualmente ao Governo que crie condições aos empresários para que possam aguentar “alguns postos de trabalho” e dar mais condições económicas “para que o país não sofra com esta situação”.

Em jeito de conclusão o líder da UCID afirmou que está de acordo com a decisão do PR porque o que conta é a Nação cabo-verdiana neste momento. “ Tudo aquilo que for bom, para evitarmos que este vírus chegue a todas as ilhas, pensamos que deverá ser feito”, defendeu.

CD/CP

Inforpress/Fim

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