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Covid-19: Directora-geral da FAO propõe criação do comércio electrónico na agricultura e nos sistemas alimentares

Cidade da Praia, 25 Abr (Inforpress) – O director-geral da FAO defendeu a necessidade de adopção de novos modelos de negócio na agricultura, destacando a importância de se acelerar o comércio electrónico no sector e nos sistemas alimentares em todo mundo, visando melhorar a resiliência.

Na sua declaração durante a reunião extraordinária de Ministros da Agricultura do G20 sobre Segurança Alimentar e Nutrição, realizada em Roma, Qu Dongyu recomendou aos países a fortalecerem a produção local e encurtarem as cadeias de suprimento de alimentos, tendo em conta o contexto da pandemia do novo coronavírus.

Falando em nome das três agências alimentares da ONU, com sede em Roma (FAO, WFP e FIDA), o director-geral da FAO instou, também, os ministros do G20 a incluírem objectivos de longo prazo em suas estruturas políticas, realçando que a crise abre uma oportunidade para acelerar a transformação do sistema alimentar.

Apontou, neste sentido, a necessidade de criação de ferramentas de comércio electrónico como uma maneira de melhorar a resiliência local e reforçar os vínculos directos entre produtores e consumidores e dos sistemas alimentares.

“A FAO está activamente empenhada em ajudar os países vulneráveis a reforçar seus sistemas alimentares para combater os choques causados pela covid-19 ao longo das cadeias locais, regionais e globais de suprimento de alimentos”, afiançou, considerando, que a pandemia da covid-19 requer importantes programas de alerta rápido, respostas rápidas a emergências, ajuda humanitária e planos de recuperação robustos.

A nível global, segundo um balanço da AFP, a pandemia de covid-19 já provocou cerca de 200 mil mortos e infectou quase 2,8 milhões de pessoas em 193 países e territórios.

Mais de 736 mil doentes foram considerados curados.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detectado no final de Dezembro, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

Para combater a pandemia, os governos mandaram para casa 4,5 mil milhões de pessoas (mais de metade da população do planeta), encerraram o comércio não essencial e reduziram drasticamente o tráfego aéreo, paralisando sectores inteiros da economia mundial.

Face a uma diminuição de novos doentes em cuidados intensivos e de contágios, alguns países começaram, entretanto, a desenvolver planos de redução do confinamento e em alguns casos, como Dinamarca, Áustria, Espanha ou Alemanha, a aliviar algumas das medidas.

CM/AA

Inforpress/Fim

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