Covid-19: Cabo Verde regista 52 novas infecções nas últimas 24 horas

Cidade da Praia, 27 Jan (Inforpress) – O Ministério da Saúde anunciou hoje mais 52 casos positivos de covid-19, nas últimas 24 horas, de um total de 913 amostras processadas, pelo que Cabo Verde passa a contabilizar um acumulado de 55.595 casos positivos. 

De acordo com o boletim epidemiológico, os 52 casos foram registados em São Vicente (14), Sal (nove), Maio (cinco), São Filipe (quatro), Praia (três), Sal (quatro), Ribeira Grande, em Santo Antão (três), Tarrafal (dois), Brava (dois), Paul (dois) Ribeira Brava (dois), Santa Catarina (um), São Salvador do Mundo (um), São Miguel (um), Santa Catarina do Fogo (um), Porto Novo (um) e Tarrafal de São Nicolau (um). 

As autoridades de Saúde confirmaram ainda que 141 pessoas foram consideradas recuperadas sendo 38 na Praia, 38 em São Vicente, 26 no Sal, nove na Ribeira Brava, seis em São Filipe, cinco na Ribeira Grande, em Santo Antão, quatro em Santa Catarina, três nos Mosteiros, três na Boa Vista, três na Brava, dois em São Miguel, dois no Porto Novo, um em São Domingos e um no Maio. 

Com esses dados, Cabo verde passa a contabilizar 659 casos activos, 54.497 casos recuperados, 393 óbitos, 37 óbitos por outras causas e nove transferidos, perfazendo um total acumulado de 55.595 casos positivos. 

No sentido de mitigar as consequências da pandemia de covid-19 em Cabo Verde, o Ministério da Saúde apela às pessoas a adirem à campanha de vacinação contra a covid-19, que está a decorrer em todo o país, para que todos possam estar mais protegidos o mais rápido possível. 

As autoridades continuam a apelar às pessoas a cumprirem o distanciamento social, a usarem máscara e a praticarem a higienização das mãos e demais recomendações para evitar a propagação da covid-19. 

A covid-19 provocou 5.614.118 mortes em todo o mundo desde o início da pandemia, segundo o mais recente balanço da agência France-Presse. 

A doença é provocada pelo coronavírus SARS-CoV-2, detectado no final de 2019 em Wuhan, cidade do centro da China. 

Uma nova variante, a Ómicron, foi recentemente detectada na África do Sul e, segundo a Organização Mundial da Saúde, o “elevado número de mutações” pode implicar uma maior infecciosidade. 

AV/HF

Inforpress/Fim 

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