Covid-19: Cabo Verde está “no bom caminho e não há razões para alarmes”, Grupo parlamentar MpD

Cidade da Praia, 06 de jun (Inforpress) – O Grupo Parlamentar do MpD acredita que Cabo Verde está “no bom caminho” no combate a covid-19 e que “não há espaço para alarmes” com a evolução epidemiológica no País, sobretudo em Santiago, no pós-estado emergência.

Esta posição foi revelada esta manhã à imprensa pela líder do Grupo Parlamentar do Movimento para Democracia (MpD, poder), durante a visita ao Hospital Central Dr. Agostinho Neto, onde avançou que “comparando com aquilo que se tem vindo a constatar lá fora, com milhares de mortos, consequências nefastas”, o País soube portar-se “muito bem”.

Joana Rosa explicou que mesmo em relação à crise económica social, Cabo Verde tomou medidas preventivas no momento certo, com reflexos em menos alastramento da pandemia.

Considerou que “a situação especial registada na Cidade da Praia” não merece muito alarme, por entender que o combate à pandemia está ao alcance do País.

Neste particular, disse ser necessário que todos façam passar a mensagem para que cada cidadão cumpra a sua parte, obedecendo a regras sanitárias, alertando que a doença é transmissível no relacionamento com outras pessoas.

Para Joana Rosa, torna-se necessário executar as medidas sanitárias, usar uma educação para a cidadania, como o afastamento social e a limpeza no dia-a-dia.

Reconheceu o “grande trabalho” realizado pelos profissionais de saúde neste quadro complexo de pandemia, estando na linha da frente e a dedicar-se 24 horas para garantir saúde e vida às pessoas.

Enalteceu “muitos ganhos” como o resultado de todo um trabalho preventivo desencadeado pelas autoridades nacionais e admitiu a necessidade de investir mais no sector da saúde, de modo a ir ao encontro da administração para se instalar os serviços de cuidados intensivos e equipar da melhor forma o bloco operatório.

A líder parlamentar do MpD disse reconhecer a necessidade de incentivar mais os profissionais da saúde, criando melhores condições do trabalho que, a seu ver, tem estado a ser notório, desde 2016 a esta parte, para que Cabo Verde consiga investir na saúde como um sector principal, para que se possa criar condições de atracção de investimentos e de turistas.

Aos incumpridores das regras básicas de prevenção ao contágio da covid-19 lançou uma mensagem que de nada valem os sectores de saúde dedicarem 24 horas a garantir saúde e vida aos cidadãos e não ter comparticipação de uma parte da população, mostrando-se crítica com “pessoas, ainda pouco “desimportadas”, com esta doença”.

SR / JMV

Inforpress / Fim

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