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Covid-19/Brava: Primeiro grupo de bravenses retidos na cidade da Praia chegou à ilha

Nova Sintra, 24 Jun (Inforpress) – Um grupo de 16 bravenses que ficaram retidos na ilha de Santiago, cidade da Praia, aquando da decretação do estado de emergência devido ao novo coronavírus chegou hoje à ilha Brava.

A informação foi dada à Inforpress pelo delegado de saúde da ilha, Júlio Barros, explicando que estas pessoas, entre as quais cinco crianças, foram submetidas ao teste de virologia na Praia e ao chegarem na Brava, foram examinados e submetidos ao teste rápido.

Os resultados dos testes permaneceram negativos, mas Júlio Barros avançou que as pessoas regressadas vão cumprir quarentena domiciliária, com a excepção de um dos passageiros, que optou por cumprir quarentena num dos espaços indicados pela câmara municipal, como forma de “preservar os familiares”.

Assim, submetidos ao teste na Brava, as pessoas vão ficar em casa e depois de 10 dias repetem o teste para depois seguirem à normalidade das suas vidas.

O delegado aproveitou para informar que foi criada uma equipa e que já está a receber formação para realização de um inquérito comunitário que lhes permite fazer o levantamento para analisar as condições socioeconómicas para a questão do isolamento domiciliar.

Segundo o médico, caso houver condições que lhes permitem cumprir o isolamento a domicílio eles cumprem, mas a partir desta quinta-feira, a equipa vai analisar além das condições socioeconómicas, as condições habitacionais, agregado familiar, saúde e rendimento familiar, entre outros factores.

Além disso, Júlio Barros referiu que serão passadas informações sobre o papel dos cidadãos e a responsabilidade de cada um na comunidade.

A partir da recolha dessas informações, caso houver condições para isolamento domiciliar, serão também analisadas as condições para prosseguir com o seguimento destas pessoas, a decidir-se se é por telefone, vídeo chamada, ou seguimento presencial.

Também o delegado de saúde acentuou que há pessoas que pertencem ao grupo de riscos, que devem ter um “seguimento especial”, começando-se pelos idosos, acamados, doentes mentais e grávidas.

Ainda, do grupo de retidos na cidade da Praia, o delegado sublinhou que ficaram mais 32 pessoas que chegarão à ilha nos próximos dias, visto que, apresentaram-lhe uma lista de 48 pessoas, incluindo os 16 de hoje.

MC/CP

Inforpress/Fim

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