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Covid-19/Brava: Cruz Vermelha prepara-se para apoiar 45 famílias com doação dos jogadores da selecção nacional de futebol

Nova Sintra, 06 Mai (Inforpress) – O Conselho Local da Cruz Vermelha da Brava está a organizar-se para apoiar 45 famílias com cestas básicas, num valor total de oitenta mil escudos que receberam da Cruz Vermelha Nacional, doados pelos jogadores da Selecção Nacional de Futebol.

Em declarações à Inforpress, a presidente do Conselho Local, Sónia Coelho, avançou que vão fazer esta distribuição neste final de semana, tendo em conta que no dia 08 de Maio comemora-se o Dia Internacional da Cruz Vermelha e este ano, devido à situação de pandemia vivida a nível mundial, não haverá outras actividades programadas.

Conforme a mesma fonte, os jogadores da Selecção Nacional de Cabo Verde organizaram-se e lançaram a campanha de solidariedade “Driblando a Pandemia COVID-19”, cujo valor angariado, num montante de 2.065.000$00 (dois milhões e sessenta e cinco mil escudos cabo-verdianos), foi entregue à Cruz Vermelha de Cabo Verde, cabendo a cada Conselho Local entre 80.000$00 a 330.000$00.

Para o Conselho Local da Brava, o montante disponibilizado, segundo a responsável, já se encontra depositado na conta de uma casa comercial, onde vão fazer o levantamento dos produtos e géneros alimentícios para as cestas básicas.

Sónia Coelho explicou que vão ser contempladas as famílias que ainda não receberam nenhum donativo por parte da Câmara Municipal e nem das outras instituições beneméritas, observando, entretanto, que podem ser beneficiadas algumas famílias que já tinham sido contempladas antes, mas que apresentam algumas vulnerabilidades.

Sobre o funcionamento do centro, a mesma informou que já voltaram às actividades normais, assim que foi levantado e estado de emergência, mas o atendimento aos idosos tem sido a domicílio.

“Os funcionários já retomaram as suas actividades, mas os nossos idosos ainda não regressaram ao centro. Têm recebido acompanhamento e refeições quentes a domicílio”, explicou a responsável.

Sónia Coelho apontou que durante o estado de emergência apoiaram os utentes do centro, assim como outros idosos, portadores de deficiências e acamados, mas desta volta pretendem abranger um pouco por toda a ilha, não sendo somente os acima elencados.

MC/JMV

Inforpress/Fim

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