Corpo de Escutismo Católico Cabo-verdiano recorda “figuras proeminentes” no seu 20º aniversário

Cidade da Praia, 01 Dez (Inforpress) – O Corpo de Escutismo Católico Cabo-Verdiano (CEC-CV) recordou, esta segunda-feira, 30 de Novembro, as “figuras proeminentes” daquela organização, na celebração do seu vigésimo aniversário, conforme disse à Inforpress a sua Chefe Nacional, Zezinha Alfama.

Zezinha Alfama falou dos falecidos padre Pimenta (Junho de 2007), do primeiro instrutor nacional da CEC-CV, Paulo Alfama (Abril de 2010), do padre Sanches (Maio de 2011) e do bispo Dom Paulino Évora (Junho 2019).

“O padre Pimenta estaria a comemorar os 20 anos do CEC-CV com a alegria e o entusiasmo de sempre. Ele sempre nos dizia que é preciso ter entusiasmo e sempre dizia aos dirigentes que é preciso que alguém dê sua vida por esta causa”, afirmou Zezinha Alfama, convencida de que “ele estaria a repetir isto”.

A Chefe Nacional do CEC-CV afirmou que também estão a recordar do padre Sanches que também foi assistente espiritual da organização que sempre dizia que “o escuteiro cheira… onde lá estiver, o escuteiro não precisa ter lenço”.

“Estamos hoje e estes dias também a lembrar do nosso Dom Paulino Évora que, junto com o Conselho Presbiteral, com os demais sacerdotes, criaram o CEC-CV no dia 30 de Novembro de 2000”, prosseguiu.

Esta responsável avançou também que continuam a lembrar também aquela que foi uma das figuras mais emblemática do escutismo cabo-verdiano e o primeiro instrutor nacional, Paulo Alfama.

“Por estes dias, em todos os vídeos que os escuteiros têm estado a fazer, não se esquecem dessas figuras proeminentes do Corpo do Escutismo Católico Cabo-verdiano”, ressaltou.

Zezinha Alfama referiu que a organização tem também de deixar “um grande abraço e reconhecimento” ao cardeal Dom Arlindo Furtado e ao bispo Dom Ildo Fortes.

“Têm insistido e dado todo o entusiasmo e nos incentivado bastante, nós enquanto chefes nacionais, a levarmos o escutismo a todas as crianças e adolescentes, por ser um movimento que cativa as crianças, os adolescentes e os jovens e que dá um grande contributo na formação do homem e da mulher cabo-verdianos”, finalizou.

GSF/HF

Inforpress/Fim

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