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Coordenadora avalia como “positivo” trabalho do projecto “Djuntu pa igualdadi!” a meio percurso

Cidade da Praia, 22 Abr (Inforpress) – A coordenadora do projecto “Djuntu pa igualdadi!” (juntos para a igualdade, em português) considerou hoje “positivo” o trabalho feito pelo responsável do projecto e parceiros para uma resposta participativa à violência baseada no género em Cabo Verde.

Em declarações à imprensa, após a apresentação do projecto, a coordenadora Débora Vera-Cruz, avançou que a nível do projecto está-se a efectuar, neste momento, uma avaliação da implementação da Lei VBG, em todo o País, dez anos após a sua implementação.

“Hoje, o nosso objectivo é apresentar, a meio percurso, o trabalho dos nossos parceiros a nível nacional, pois, se não houvesse parcerias com as organizações da sociedade civil seria impossível monitorizar políticas públicas através de auditorias participativas”, disse.

Além da parceria com organizações da sociedade civil, o projecto “Djuntu pa igualdadi!” também se associou a um grupo de estudantes com quem realizou actividades-piloto de sensibilização, relativamente, à temática igualdade de género e violência baseada no género, com enfoque no namoro.

Os estudantes, segundo explicou, através de vídeos, manifestaram a sua percepção sobre a temática.

Com a apresentação hoje do projecto foi ainda apresentado uma outra parceria com a Associação de Chã de Matias, da ilha do Sal, assim como um trabalho de dinamização de vítimas de VBG no País, cujo término acontecerá com a exibição de um manual de apoio ao funcionamento de grupos de vítimas.

Na cerimónia de apresentação do projecto, que vem sendo trabalhado desde 2020, mas que devido a situação da covid-19 não se projectou, a presidente da Associação Cabo-verdiana de Luta Contra a Violência Baseada no Género (ACLCVBG), Vicenta Fernandes, referiu tratar-se de uma resposta participativa à violência baseada no género em Cabo Verde que tem ajudado a associação a formar e o fortalecer as capacidades técnicas das Sociedades das Organizações Civil (OSC) sobre como monitorizar políticas públicas através de auditorias participativas.

Para a representante da União Europeia em Cabo Verde, Sofia de Sousa, este é um trabalho “promotor” por abordar questões como a igualdade, proteção dos mais vulneráveis e a luta contra violência baseada no género.

“É com base no lema ‘juntos para a igualdade, juntos para um mundo melhor’ que a UE e Cabo Verde têm trabalhado em várias frentes e com várias entidades”, disse enaltecendo o trabalho que a ACLCVBG tem realizado em prol das mulheres e vítimas de violência.

Por sua vez, o representante da European Partnership for Democracy (EPD) que também financia o projecto, Leon Hemkemeyer, fez uma breve referência sobre o projecto e afirmou que a participação do EPD e ajudar mulheres vítimas de violência a reverterem a situação em prol de maior bem-estar e autonomia.

O projecto “Djuntu pa igualdadi! Uma resposta participativa à violência baseada no género em Cabo Verde”, é financiamento pela União Europeia, European Partnership for Democracy (EPD) e conta com a parceira do Netherlands Institute for Multiparty Democracy (NIMD) e o World Leadership Alliance-Club de Madrid (WLA-CdM).

PC/AA

Inforpress/Fim

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