Search
Generic filters
Exact matches only
Search in title
Search in content
Search in excerpt
Filter by Categories
Politica
Desporto
Economia
Sociedade
Ambiente
Cooperação
Cultura
Internacional
Destaques
Eleições

Conselho Nacional do Partido Popular altera símbolo e bandeira e aprova novos órgãos e estatutos

Cidade da Praia, 23 Jan (Inforpress) – O II Conselho Nacional do Partido Popular (PP) foi encerrado esta noite na Cidade da Praia, tendo como novidade a alteração da bandeira e símbolos, bem como dos estatutos, e a aprovação de novos órgãos.

Doravante, o PP passa a ser constituído por um Conselho Nacional, composto por um presidente, um vice e um secretário, uma direcção constituída com um presidente, coadjuvado por três vice e um secretário, ao passo que o conselho jurisdicional legitimou a composição de um presidente, um vice-presidente e um secretário.

O presidente do PP, Amândio Barbosa Vicente, considerou que o novo símbolo é “mais atractivo” do que o anterior, a bandeira mantém as mesmas cores verde, branca e azul, mas com a faixa branca a ocupar 75 por cento, contra os 15+15 para as restantes.

Durante esta reunião magna que decorreu ao longo deste sábado, os congressistas apresentaram e aprovaram moções de censura nos sectores da Reforma do Estado e Saúde, Economia, Emprego e Política Fiscal, Agricultura, Ambiente e Habitação, Educação, Justiça e Segurança.

À imprensa, Amândio Barbosa Vicente traçou um balanço “francamente positivo” do II Conselho Nacional, afirmando que o trabalho “correu tranquilamente”, com várias intervenções de personalidades que clamam por uma “alternativa em Cabo Verde”.

Ressalvou que o PP “vai continuar a prosseguir com uma política diferente”, por entender que o Movimento para Democracia (MpD, poder) e o Partido Africano da Independência de Cabo Verde (PAICV, oposição), os dois partidos do arco do poder, “já deram provas de serem iguais” e que “o sistema tem condicionado o povo”.

“Vamos lutar para libertar este povo. O povo cabo-verdiano não pode deixar de ser colonizado por portugueses para serem colonizados pelos próprios irmãos”, disse Barbosa Vicente, que considerou ser necessário “banir o esbanjamento de recursos” e “males como a corrupção que limita direitos à habitação e taxas hospitalares que barram direitos de saúde aos cidadãos”.

Admitiu, contudo, a necessidade de o PP alinhavar novas estratégias no sentido de despertar mais atenção da sociedade civil para com a sua política, com  o argumento que “há muito medo” das pessoas militarem nas fileiras do PP  “por causa de represálias e sanções” proveniente do poder.

Em relação às legislativas de 25 de Outubro, segundo avançou Amândio Barbosa Vicente, o PP está limitado, mas vai concorrer em pelo menos seis círculos eleitorais, designadamente Santiago Norte, Santiago Sul, Sal, Boa Vista e Fogo, e nos da diáspora como Europa, África e “possivelmente na América”.

SR/AA

Inforpress/Fim

 

Share on facebook
Facebook
Share on twitter
Twitter
  • Galeria de Fotos