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Conseguir paridade mínima de 40% nas autárquicas será um caminho para as próximas legislativas – Lúcia Passos

Cidade da Praia, 02 Set (Inforpress) – A presidente da Rede de Mulheres Parlamentares, Lúcia Passos, disse hoje que conseguir ter paridade mínima de 40 por cento (%) nas listas para as autárquicas de 2020 será o caminho para garantir a igualdade nas próximas eleições legislativas.

Lúcia Passos falava à Inforpress após um encontro com a presidente do Partido Africano da Independência de Cabo Verde (PAICV – oposição), Janira Hopffer Almada, realizado na Cidade da Praia.

Esta responsável destacou ainda o trabalho que tem sido feito pelos parceiros, no sentido de garantir a igualdade entre os sexos na esfera política e na espera das decisões.

“Vamos fazer este caminho sempre com a expectativa de que vamos conseguir sempre fazer melhor no sentido de haver um equilíbrio na distribuição de poderes entre homens e mulheres, quer a nível da participação política, mas também a nível da esfera da decisão”, assegurou.

Lúcia Passos afirmou ainda acreditar que é necessário fazer um trabalho de educação da sociedade para uma mudança de paradigma, da mentalidade em termos da promoção da igualdade de género para que possa deixar um legado às próximas gerações.

Quanto ao encontro com Janira Hopffer Almada, a presidente da Rede de Mulheres Parlamentares referiu que o mesmo teve como objectivo fazer a auscultação da líder do PAICV sobre a implementação da Lei da Paridade nas eleições autárquicas que se avizinham, ver se há algum constrangimento e saber onde e como poder apoiar.

O segundo objectivo foi, conforme mencionou, fazer o ‘plaidoyer’ (argumentação ou reivindicação) para o aumento de mulheres nas listas das assembleias municipais, em especial para as mulheres candidatas a presidentes desses órgãos.

“Acabamos por abordar também a questão do ‘empoderamento’ da mulher e todo o trabalho que é preciso ser feito nesse sentido porque acreditamos que se o país tiver mais mulheres ‘empoderadas’ vamos ter mais mulheres disponíveis para a participação política”, pontuou.

GSF/CP

Inforpress/Fim

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