Search
Generic filters
Exact matches only
Search in title
Search in content
Search in excerpt
Filter by Categories
Politica
Desporto
Economia
Sociedade
Ambiente
Cooperação
Cultura
Internacional
Destaques
Eleições

Conferência ministerial sobre transportes aéreos e turismo em África constitui um “momento importante” para Cabo Verde – PR (c/áudio)

Santa Maria, 28 Mar (Inforpress) – O Presidente da República disse hoje que a conferência ministerial sobre transportes aéreos e turismo em África constitui um “momento importante” para Cabo Verde, já que reúne responsáveis africanos e de organizações internacionais ligadas aos dois sectores.

“Este é um fórum muito importante para o debate e reflexão de questões que têm a ver com os transportes aéreos e o turismo e as conexões entre os dois sectores, sobretudo para um país como Cabo Verde, onde o turismo representa entre 20 a 25% do PIB (Produto Interno Bruto) e está em execução o processo e construção de um “hub” aéreo aqui no Sal”, precisou o chefe de Estado.

Jorge Carlos Fonseca fez essas considerações à imprensa à margem da Primeira Conferencia Internacional sobre o Turismo e Transporte Aéreo em África, promovida pela Organização Internacional de Aviação Civil (ICAO) e Organização Mundial do Turismo (OMT).

Para Jorge Carlos Fonseca, este evento é, também, “válido” pelo facto de dar “visibilidade ao país e trazer muita gente ao Sal e conhecer uma parte do país e as suas realizações no domínio do processo de desenvolvimento económico e turístico”.

“Também contribui para a luta que temos tido para uma maior conexão com a África, com a nossa sub-região e com o nosso propósito também de termos na CEDEAO (Comunidade Economia dos Estados da África Ocidental), digamos, uma das prioridades da estratégia das relações internacionais de Cabo Verde”, sublinhou o Presidente da República.

Na sua intervenção, na abertura oficial da conferência, afirmou que o quadro jurídico e institucional que regulará o futuro mercado único aéreo africano deve também permitir a atracção de investimentos directos estrangeiros, tanto nas infraestruturas turísticas e aeroportuárias quanto nas empresas nacionais de transportes aéreos.

“…Deve-se privilegiar, muito mais, a qualidade do que o volume dos investimentos socorrendo-se de uma política fiscal, também, unificada assegurando, deste modo, a indispensável transparência na cobrança de impostos e taxas, nas isenções e subsídios”, apelou Jorge Carlos Fonseca.

De acordo com as suas palavras, uma politica fiscal unificada é o “pré-requisito para que o mercado único e os países mais dotados em recursos resistam à tentação do ‘dumping’ para atrair investimentos”, já que os mais ricos “podem renunciar a determinadas receitas com o intuito de atrair investimentos”.


LC/CP

Inforpress Fim

Share on facebook
Facebook
Share on twitter
Twitter
  • Galeria de Fotos