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Concertação Social: UNTC-CS considera que Governo não conseguiu resolver os problemas pendentes dos marítimos

Cidade da Praia, 14 Mai (Inforpress) – A secretária-geral da União Nacional dos Trabalhadores de Cabo Verde – Central Sindical, disse hoje que o Governo “saiu mal” da reunião do Conselho de Concertação Social (CCS), justificando que não conseguiu resolver os problemas dos marítimos.

Joaquina Almeida fez estas considerações à imprensa, à saída da reunião do Conselho de Concertação Social, que aconteceu hoje no Ministério das Finanças, Cidade da Praia.

A responsável apontou que o estudo de viabilidade que se apresentou à diminuição de idade de reforma dos profissionais marítimos não pode “ir e vir”, sabendo que é uma deliberação que remonta 25 anos.

Defendeu que a sua central sindical “é contra esse estudo”, porque neste momento se está na fase de execução e os marítimos “não podem”, mais uma vez, “sofrer” para verem até quando a solução seja resolvida.

“Estamos num órgão constitucional que é a Concertação Social, não depende da organização da UNTC-CS, já demos a nossa posição, continuamos a defender, mas o assunto irá de novo para o INPS (Instituto Nacional de Previdência Social), para fazer estudos e depois a Concertação Social ser informada”, apontou.

Joaquina Almeida explicou ainda que se levantou a questão do conselho directivo do INPS tratar do assunto, entretanto, segundo avançou, a UNTC-CS “é contra porque a deliberação saiu deste órgão, que tem competência para deliberar”.

Argumentou a posição desta central sindical por não entender que o conselho directivo do INPS seja um órgão tripartido paritário, representado maioritariamente pelo Governo, sendo que os trabalhadores têm apenas dois representantes e o patronato um representante, reforçando ao mesmo tempo que, “qualquer a decisão ali tomada, o Governo sai a ganhar”.

Contudo, precisou que se Impõe uma alteração de fundo nos estatutos do INPS, particularmente no órgão directivo, “órgão que é financiado pelos trabalhadores e pelos empregadores, mas quem administra é o Estado”.

HR/CP

Inforpress/Fim

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