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Comissão de Seguimento da Lei da Paridade congratula-se com concurso para recrutamento de administradora da AdR

Cidade da Praia, 02 Set (Inforpress) – A presidente da Comissão de Seguimento da Lei da Paridade, Lúcia Passos, disse hoje ser “positivo” o concurso público para recrutar uma administradora executiva para a empresa pública Água de Regra (AdR).

Em declarações à Inforpress, Lúcia Passos afirmou que o concurso vem dar resposta ao vazio que ficou no conselho de administração da AdR, após o afastamento de um dos administradores na sequência de denúncias do incumprimento da lei da paridade naquela empresa pública.

“Com a contratação de uma administradora, o conselho terá dois homens e uma mulher e haverá respeito pela lei da paridade. É para isso que nós estamos a fazer o nosso trabalho de fiscalização e, portanto, auguramos sucesso nesta contratação”, acrescentou.

Lúcia Passos avisou ainda que a Comissão de Seguimento da Lei da Paridade vai continuar atenta a fazer o seu trabalho, independentemente de quem for a pessoa que incumprir com a lei.

O conselho de administração da AdR, liderado por Jaime Ferreira e que conta ainda com José Teixeira como administrador não executivo, foi nomeado por resolução do Conselho de Ministros de 31 de Março, tendo os membros empossados a 27 de Julho.

A empresa Água de Rega foi criada pelo Governo cabo-verdiano para construir e gerir equipamentos e infraestruturas de água para rega, apoiando o sector agrícola, numa altura em que o arquipélago está há três anos em situação de seca.

O concurso para o recrutamento da nova administradora executiva, publicado na internet, vai até o próximo dia 30 de Setembro.

A Comissão de Seguimento, conforme estipula o artigo 9º da Lei da Paridade, tem a incumbência de proceder o acompanhamento da implementação da lei, fazer a recolha e o tratamento de toda a informação de carácter estatístico, técnico e científico.

Isto de forma a contribuir para a elaboração periódica e avaliação da lei, com vista a uma eventual revisão da presente lei, de forma a permitir que a regra tenha um período de maturação.

Poderá, também esta Comissão, promover consultas necessárias com os partidos políticos, os serviços de administração central e municipal, bem como contactos com as comunidades, visando conhecer o grau de implementação da Lei da Paridade, as dificuldades e os constrangimentos encontrados, na perspectiva de revisão da presente lei.

GSF/CP

Inforpress/Fim

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