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Chefe do Estado Maior das Forças Armadas diz que fuzileiros navais são “dos maiores bastiões” na defesa da Pátria (c/áudio)

Cidade da Praia, 21 Dez (Inforpress) – O chefe do Estado Maior das Forças Armadas considerou hoje a defesa da Pátria como “um direito e um dever fundamental de todos os cabo-verdianos” e destacou os fuzileiros navais como “um dos maiores bastiões” garantes desta riqueza.

O major-general, Anildo Morais, deu esta garantia na manhã de hoje, durante a cerimónia de imposição de boinas azuis aos fuzileiros navais saído do 39º Curso de Formação, “em reconhecimento de todo o trabalho, esforço e sacrifício” consentido  ao longo do curso, em cerimónia realizada no Largo do Quartel Jaime Mota (Platô).

Durante o acto, assistido por militares, familiares e amigos dos novos fuzileiros, apresentou as Forças Armadas como uma instituição vocacionada para a preparação dos jovens para a defesa militar do país, com valorização nas suas dimensões “cíclica, cultural, profissional física e técnica”.

“Para os militares, a Pátria e material atingível (…) em que se confie a sua guarda, a sua independência, a liberdade os bens e a vida dos cidadãos. Os nossos fuzileiros navais são, sem dúvida, um dos maiores bastiões garantes desta riqueza”, realçou Morais.

Explicou que os fuzileiros navais “são os militares de elites que pela sua bravura, coragem e determinação se têm distinguido nas diversas missões em que têm participado”, ressalvando que “são militares altamente treinados, que cruzam e protegem o mar e destas a terra” pelo ímpeto e pela garantia no cumprimento de missões em quaisquer ambientes operacionais.

Anildo Morais classificou como “jubiloso aquele que sente profundamente o apelo do cumprimento do serviço militar”, para ressalvar que a cerimónia de imposição de boinas azuis ferrete espelha bem o sentimento daqueles que “com muito suor e dedicação passaram a pertencer a família militar”, afirmando mesmo que o acto tem tanto de nobre como meritório.

Ainda, segundo o mesmo, os militares que concluíram com sucesso o curso, que teve a duração de dois meses, inicialmente no Centro de Instrução Militar do Morro Branco,  em São Vicente, seguida no Comando da 3ª Região Militar, na Cidade da Praia, “assimilaram as técnicas e os procedimentos ensinados”.

Isto por considerar que “demonstraram possuir a coragem física e mental para pôr em prática, em condições de elevada dificuldade, onde os ricos da vida, não raras vezes é real”, ao mesmo tempo que aprenderam também a ser concentrados, meticulosos, pacientes e perceberam a importância do trabalho de equipa e do espírito de entreajuda.

A estes militares fuzileiros, explicou, são esperados que estejam presentes a qualquer hora, em qualquer lugar, e a qualquer tempo, onde e como for preciso, de forma a serem “orgulho como servidores da Pátria” no quadro de um forte espírito com apelo a valores essenciais como o sentido do dever, a amizade, camaradagem e a solidariedade.

SR/AA

Inforpress/Fim

 

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