Chefe do Estado Maior das Forças Armadas aponta “resultados satisfatórios” nos dois anos de mandato

Cidade da Praia, 15 Jun (Inforpress) – O Chefe do Estado Maior das Forças Armadas, Anildo Morais, manifestou hoje o seu regozijo com os caminhos que a corporação militar tem seguido, após dois anos da sua nomeação para o cargo.

Em entrevista à Inforpress, o major-general destacou “ganhos satisfatórios” durante os dois anos à frente da instituição castrense, apontando como principais pontos de melhoria a boa gestão dos recursos humanos e financeiros.

“Foram dois anos de intenso trabalho, do qual destacamos ganhos significativos, principalmente no que diz respeito a gestão de recursos humanos, financeiros e materiais”, salientou.

Anildo Morais destacou uma aposta forte no incremento do treino operacional, tanto na Guarda Costeira, como nos comandos da primeira, segunda e terceira regiões militares.

“Houve uma melhoria nas condições de vida e de trabalho nas unidades. Fizemos grandes apostas no treino operacional, com formações e outras funcionalidades para o aperfeiçoamento dos militares, afiançou, realçando também o reforço das instalações militares nos depósitos de materiais de guerra.

“Temos também em curso o projecto para a vedação total do quartel Eugénio Lima [na Cidade da Praia], que vai melhorar significativamente a segurança nesse quartel”, acrescentou o major general.

No que tange aos principais constrangimentos, Anildo Martins faz questão de apontar que dentro da corporação as limitações são encaradas como desafios, por isso, sublinhou que todo o esforço está direccionado ao progresso e não a fraqueza.

“Na instituição militar nós não falamos de constrangimentos, mas sim de desafios que temos pela frente. Melhoria das condições nos quarteis, boa gestão de recursos, padronização de fardamento constituem os ganhos que temos vindo a colher e que almejamos dar continuidade” revelou.

Outro aspecto de destaque para Anildo Morais é o “importante papel” que a cooperação com outros países tem proporcionado no seio do comando militar. Países como Portugal, Estados Unidos, França, Espanha, Angola, entre outros, têm contribuído na capacitação dos militares, assim como na disponibilização de materiais.

HR/CP

Inforpress/Fim

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