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CCS: UNTC-CS exige medidas do Governo na resolução dos problemas relacionados aos profissionais marítimos

Cidade da Praia, 14 Mai (Inforpress) – A secretária-geral da União Nacional dos Trabalhadores de Cabo Verde – Central Sindical (UNTC-CS), Joaquina Almeida, disse hoje que vai exigir do Governo medidas que possam resolver a situação dos profissionais marítimos, face às responsabilidades assumidas pelo Executivo nesta matéria.

Joaquina Almeida fez esta afirmação à Inforpress, em jeito de lançamento da reunião do Conselho de Concertação Social (CCS), que decorre hoje no Ministério das Finanças, Cidade da Praia.

Nesta reunião, entre outros assuntos, estará em discussão o estudo de viabilidade sobre o sistema de protecção social dos trabalhadores marítimos, proposta que a sindicalista considera ser “desnecessária” no momento, dado às promessas do Governo em resolver a situação anterior.

Nesta linha defendeu que agora o que se necessita é a implementação de uma “deliberação que foi tomada há mais de 20 anos numa concertação social”.

Por isso questionou que, se os policiais e professores tiveram a redução da idade de reforma, por que é que essa mesma iniciativa não é atribuída aos profissionais marítimos.

“A situação dos marítimos é preocupante, esses profissionais têm que ter uma reforma digna, de modo a poderem sobreviver com dignidade”, sublinhou.

Outra questão que vai ser levantada pela UNTC-CS é a “elevadíssima taxa de desemprego jovem”, um problema para cuja resolução irá “exigir políticas públicas assertivas”.

Joaquina Almeida aproveita para parabenizar o Governo no que tange ao estágio profissional, mas refere que após o período de seis meses nessa função, os jovens não têm o que fazer.

Na saúde, a responsável apontou a necessidade de um novo Plano de Cargos, Carreiras e Salários (PCCS) para os médicos, assim como os enfermeiros e técnicos de saúde que não têm tal plano.

A UNTC-CS, de acordo com a sua secretária-geral, vai pedir ainda o agendamento da alteração dos estatutos do Instituo Nacional de Providência Social (INPS) por considerar que “a gestão deve ser paritária, tripartida”, ou seja, “de igualdade de número entre o Governo e os parceiros”.

A Reunião do Conselho de Concertação Social vai fazer também uma análise sobre a situação económico-social do país e informações sobre o seguro obrigatório de acidente de trabalho.

HR/ZS

Inforpress/Fim

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