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Cargas Internacionais: “Precisamos de melhor modelo de gestão já que os contentores representam 60% do negócio da Enapor”, ministro

Cidade da Praia, 11 Jan (Inforpress) – O ministro do Mar alertou hoje, na Cidade da Praia, para a necessidade de se encontrar o melhor modelo para a gestão das cargas internacionais, visto que os contentores representam 60 por cento (%) do negócio da Enapor. 

Abraão Vicente fez o alerta em declarações aos jornalistas, depois de uma visita a Enapor, Portos de Cabo Verde, e ao Complexo de Pesca da Praia, sublinhando que para além da necessidade imediata de melhoria de toda a logística das cargas internacionais e das pequenas encomendas, é também necessário melhorar a gare marítima para “maior comodidade” dos passageiros. 

“E preciso sistematizar, ver as melhores práticas internacionais e dentro do processo de privatização da Enapor, que está em curso, percebermos qual o melhor modelo para a realidade de Cabo Verde, tendo em conta que, por exemplo, o negócio de contentores representa 60% do negócio de toda a Enapor, e quando estamos a falar também do Mindelo como a plataforma de prestação de serviços no Atlântico”, frisou. 

Segundo o ministro, neste momento, a Enapor está a trabalhar num processo em que os transitários passam a operar directamente com os seus clientes, ou seja, o propósito da Enapor é o que se passa nos grandes portos, que é os transitários fazerem todo o trabalho de trâmite de levantamento das cargas e que os utilizadores/clientes não tenham que se dirigir ao porto para tratar individualmente das cargas. 

Nesta parte, Abraão Vicente esclareceu que é preciso fazer todo o trabalho legislativo e organizativo, reconhecendo que, da parte logística, a Enapor tem uma equipa que tem “trabalhado e melhorado consecutivamente” o serviço prestado, sem esquecer a necessidade de aperfeiçoar da capacidade de scanner, a segurança e todo o trabalho de logística para sistematizar o tipo de encomenda. 

“Vimos carros que chegam a Cabo Verde desmontados e são classificadas como pequenas encomendas, ao mesmo nível de uma caixa de uma família que vem dos Estados Unidos da América ou da Europa (…). É preciso percebermos o que nós temos estado andado a anunciar, os planos dos vários projectos e aquilo que a realidade diz”, referiu. 

Esta primeira visita ao cais e porto da Praia, no âmbito dos diversos encontros que o ministro do Mar tem mantido após a tomada de posse, visa, segundo Abraão Vicente, fazer um levantamento e a comparação entre os documentos que recebeu durante este um mês por parte da equipa técnica e a realidade. 

O ministro do Mar fez-se acompanhar na visita à Enapor da equipa do conselho da administração da empresa que gere os Portos de Cabo Verde. 

DR/AA 

Inforpress/Fim 

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