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Campanha “Menos álcool, mais vida” anuncia estudo para verificar estado do consumo do alcoól no País (c/áudio)

Cidade da Praia, 31 Mai (Inforpress) – O coordenado geral da campanha “Menos álcool, mais vida”, Manuel Faustino, anunciou hoje que o Instituto Nacional de Estatística (INE) vai realizar um estudo, a nível nacional, para verificar como está o consumo  de bebidas alcoólicas no País.

“Estamos a discutir com o Instituto Nacional de Estatística para organizar um estudo para medir,   a nível nacional, como que está o consumo [do álcool], o quê que se consome, onde que se consome e quem consome”, precisou o rosto da campanha contra o uso exagerado do álcool, uma iniciativa da Presidência da República.

Manuel Faustino fez essas considerações à imprensa à margem da apresentação pública do programa  “Entidades modelos de prevenção do uso abusivo do álcool”.

Para o psiquiatra, o referido estudo vai igualmente indicar em que medida a campanha  interferiu ou não no consumo do álcool por parte das pessoas.

“Um outro elemento importante é como que a covid-19 tem interferido nessa problemática [do consumo do álcool] ” adiantou Manuel Faustino, acrescentando que há “ideias e percepções diferentes”, pelo que se pretende “quantificar e saber”  como que a pandemia poderá estar a influenciar  o consumo de bebidas alcoólicas.

Instado sobre o início do tal estudo, avançou que o mesmo pode ocorrer logo a seguir ao  recenseamento geral da população, que vai realizar-se de 16 a 30 de Junho.

“As coisas não dependem só de nós, mas estamos com uma forte parceria  com o INE que nos está a dar um apoio extraordinário”, admitiu Manuel Faustino, que indicou ainda a ajuda  da Organização Mundial da Saúde (OMS).

Revelou, por outro  lado, que há um estudo que revela que mais de 90% da população cabo-verdiana  conhece a campanha que se está a fazer contra o uso exagerado do álcool e que as pessoas inquiridas dizem que apoiam  e, por isso, deve continuar.

Relativamente ao programa  “Entidades modelos de prevenção do uso abusivo do álcool”, esclareceu que se pretende “desafiar” as diferentes entidades que no dia-a-dia vêm na prevenção do uso abusivo  de bebidas alcoólicas  a organizarem as suas acções e “sistematizar o que tem sido feito”.

“O objectivo maior é a partir dessa sistematização dar a conhecer  ao País que as actividades não estão a ser desenvolvidas apenas  a partir da Presidência da República, mas que no dia-a-dia há um sem número de agentes  a trabalhar nessa prevenção do uso abusivo de bebidas alcoólicas”, lançou Manuel Faustino.

A campanha “Menos álcool,  mais vida” vai completar cinco anos de existência e Manuel Faustino considera que o balanço é “positivo”.

Na sua perspectiva, os dados que vão ser divulgados num futuro próximo confirmarão que o objectivo central está a ser atingido, ou seja, “divulgar, chamar a atenção e trazer para a associação um problema que estava escondido”.

“O álcool estava matando em silêncio. Continua, infelizmente, a matar, mas, pelo menos, agora já se discute e já se analisa [a problemática],   sublinhou, concluindo que um dos grandes objectivos da campanha era trazer para a praça pública o problema do consumo abusivo do álcool.

Instado a pronunciar-se sobre a campanha, afirmou que está convencido que “tem contribuído para a diminuição do consumo exagerado do álcool”.

LC/AA

Inforpress/Fim

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