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Câmara Municipal da Praia aponta “manipulações e inverdades” à volta do tratamento de cães

Cidade da Praia, 17 Jun (Inforpress) –  A Câmara Municipal da Praia apontou hoje, que tem havido “deturpações grosseiras” quanto às políticas da autarquia no tratamento de cães de rua, que “roçam inclusivamente a manipulação e inverdades”.

Esta posição foi defendida à imprensa pelo vereador da Cultura, José António Lopes da Silva, avançando que os responsáveis camarários ficaram espantados na forma como nos últimos dias tem sido tratado o assunto, por uma associação que se chama comunidades responsáveis, “que pelos vistos de responsabilidade têm muito pouco”.

Conforme explicou, a câmara havia realizado um encontro em que participaram várias instituições, nomeadamente Delegacia de Saúde da Praia, Ministério de Ambiente, Pró Praia, instituições de segurança, ONG e associações, para discutir essa problemática, “situação que põe em causa a saúde pública”.

Nesta linha, realçou, a autarquia, juntamente com associações na defesa do animal, chegaram a conclusão que deveriam ser adoptadas políticas de castração, desparasitação e sensibilização dos munícipes.

Afirmou que é com este propósito que a edilidade “tem trabalhado” e que “infelizmente algumas pessoas, associações e instituições fingem não compreender”.

António Lopes da Silva referiu também que esta sendo feito uma campanha contra a câmara municipal, “que deturpa a realidade”, com contornos políticos em que “todos sabem de onde vêm as directrizes, num momento de pré-campanha”.

Questionado sobre o método de electrocussão utilizado para o abate de cães, o vereador replicou que a intenção da câmara não passa pelo abate de cães, embora a legislação dê razão quanto a medida.

“A Organização Mundial para a Saúde do Animal prevê no seu quadro de métodos de abate a electrocussão, portanto é uma recomendação”, defendeu.

Ainda assim, ajuntou que a edilidade quer fazer uma campanha massiva de castração para terminar com problemática de cachorros de rua na capital.

A mesma fonte apontou ainda que a situação de cães vadios “não abarca somente a capital”, mas sim todo o país, “em parte, devido ao comportamento dos munícipes”.

De acordo com os dados avançados pela Câmara Municipal da Praia, em 2018 foram registados 1.045 cães de rua, 1.619 castrados, 2.430 desparasitados englobado tanto cães de rua como domésticos e uma cifra de aproximadamente 1.600 cães abatidos.

HR/CP

Inforpress/Fim

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