Search
Generic filters
Exact matches only
Search in title
Search in content
Search in excerpt
Filter by Categories
Politica
Desporto
Economia
Sociedade
Ambiente
Cooperação
Cultura
Internacional
Destaques
Eleições

Cadastro Social Único já registou 60 mil pessoas de 19 concelhos do país em situação de risco

Cidade da Praia, 20 Jun (Inforpress) – O Cadastro Social Único já registou 60 mil pessoas de 19 mil agregados familiares em 19 dos 22 concelhos do país em situação de risco, anunciou hoje a ministra da Educação e Inclusão Social, Maritza Rosabal.

A governante divulgou esses dados em declarações à imprensa, na Praia, à margem do Simpósio Nacional de Família e Inclusão Social e Feira Inclusiva a decorrer de 20 a 21 de Junho, sob o lema “A família no centro do desenvolvimento sustentável do país” e promovido pelo Governo, através do Ministério da Família e Inclusão Social.

“Neste momento 60 mil pessoas de 19 mil agregados familiares já estão registadas em 19 dos 22 concelhos do país no Cadastro Social Único”, precisou a ministra, indicando que faltam três concelhos para implementar o cadastro, ou seja, São Domingos, São Lourenço dos Órgãos e Tarrafal de Santiago.

Segundo ela, estão cadastradas as famílias de zonas que foram identificadas pelas câmaras municipais como “famílias em situação de risco”, lembrando que Cabo Verde tem 152 mil agregados familiares. Garantiu também que até Julho todos os concelhos vão ser abrangidos com o Cadastro Social Único.

De acordo com a mesma fonte, neste momento 1.484 famílias beneficiam do Rendimento Social de Inserção, através de um montante mensal que representa metade do salário mínimo nacional, ou seja, 5.500 escudos. O processo, esclareceu a governante, está numa fase experimental porque a ideia é promover a inclusão produtiva, com apoio para desenvolver actividades de rendimento, por exemplo, através de formação profissional e de micro-crédito.

“O Cadastro Social Único é um instrumento muito importante que vai permitir as pessoas acederem aos benefícios sociais aos quais têm direito e isso é uma questão de cumprimento de direitos e identificar realmente quem pode aceder a esses apoios adicionais”, notou a ministra.

O simpósio visa debater as principais questões que afectam as famílias cabo-verdianas e analisar o quadro de institucionalização e cooperação entre as entidades públicas, privadas, organismos nacionais e internacionais, para a operacionalização das políticas públicas do Governo voltadas para as famílias.

Paralelamente ao evento, está a decorrer uma feira inclusiva aberta ao público, com o objectivo de informar os programas e projectos que o Governo tem em curso no sector da família, nomeadamente, a garantia do acesso ao rendimento, à educação, aos cuidados e à saúde, a promoção da igualdade e equidade do género e a garantia dos direitos das crianças e adolescentes.

DR/ZS

Inforpress/Fim

Share on facebook
Facebook
Share on twitter
Twitter
  • Galeria de Fotos