Cabo Verde vai fazer aquisição de vacinas contra a covid-19 através do Covax – ministro da Saúde (c/áudio)

Assomada, 06 Jan (Inforpress) – O ministro da Saúde afirmou hoje que Cabo Verde vai fazer aquisição de vacinas contra o novo coronavírus (covid-19), através do projecto Covax,  liderado pela Organização Mundial da Saúde e pela Aliança Global pela Vacinação.

Arlindo do Rosário fez essa afirmação hoje, em Achada Falcão, Santa Catarina, à margem de um encontro que manteve esta manhã com todos os responsáveis das estruturas de saúde da Região Sanitária Santiago Norte (RSSN), com o propósito de fazer o balanço do ano findo e perspectivar o novo ano de 2021.

É que, segundo a mesma fonte, através dessa plataforma mundial, o arquipélago vai receber uma certa quantidade de vacinas, sobretudo, para os grupos de maior risco, representando cerca de 20 por cento (%) da população.

“Fora dessa plataforma, o Governo está a envidar esforços e em contactos bilaterais, de forma a conseguirmos maior quantidade de vacina. É um processo, e não posso honestamente dizer que é no primeiro trimestre que teremos a vacina (…), ainda não temos essa certeza, mas estamos a fazer esse esforço, quer através da Covax quer com outros países”, concretizou.

Entretanto, assegurou que o problema não está em recursos financeiros, tendo em conta que, segundo ele, Cabo Verde já conseguiu mobilizar tais recursos para a aquisição das vacinas.

Na ocasião, disse que não obstante o País estar “num momento de alguma trégua” em relação à covid-19, não se pode deixar de se seguir as recomendações como distanciamento social, uso de mascaras e entre outras medidas de prevenção, enquanto não for aplicada a vacina.

No entanto, para Arlindo do Rosário, Cabo Verde tem dado uma resposta “muito positiva” a esta pandemia, que, lembrou, tem tido um impacto enorme sobre o sistema sanitário, económico e social.

O Covax é um consórcio que pretende garantir aos países de baixo e médio rendimento um acesso às vacinas contra a covid-19, para permitir imunizar cerca de 20% das pessoas mais vulneráveis, ao longo dos próximos dois anos.

FM/JMV
Inforpress/Fim

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