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Cabo Verde tem razões para “celebrar com orgulho” Dia Mundial da Liberdade de Imprensa – encarregada de negócios dos EUA (c/áudio)

Cidade da Praia, 03 Mai (Inforpress) – A encarregada de Negócios da Embaixada dos EUA no País disse hoje que Cabo Verde tem razões para “celebrar com orgulho” o Dia Mundial da Liberdade de Imprensa, porque é um país que possui uma imprensa livre e que acompanha a evolução social.

Marissa Scott fez essas considerações quando presidia hoje, na Cidade da Praia, à cerimonia de abertura da Conferência “O Jornalismo de Investigação no Combate à Desinformação”, promovida pela Associação Sindical dos Jornalistas de Cabo Verde (AJOC), por ocasião do Dia Mundial da Liberdade de Imprensa.

De acordo com a diplomata americana, que começou a sua intervenção enaltecendo o facto de Cabo Verde ocupar “o lugar cimeiro no “ranking” da Liberdade de Imprensa, a celebração deste dia comemorado anualmente a 03 de Maio, este momento deve constituir uma oportunidade para uma reflexão sobre a importância vital da liberdade de imprensa para o futuro da humanidade, tendo realçado que a efeméride celebra o papel incontornável e insubstituível desempenhado por jornalistas que expõem de modo livre e imparcial, a forma como o poder é exercido na sociedade.

A este propósito, enalteceu a pertinência face a denúncia de eventuais abusos que possam ser cometidos, assim como tentativas ou situações concretas de “silenciamentos” de profissionais de comunicação social em casos de mortes ou de prisões arbitrárias, com o intuito de trazer tais factos para o domínio público.

Para Marissa Scott, o exercício da actividade jornalística não deve ser estático, porquanto, acompanha a evolução social e procura ultrapassar todas as barreiras com que se depara, razão por que, considerou, que o tema ao qual se procura reflectir este ano não podia deixar de aliar-se do contexto actual em que se veicula determinadas informações, mediante a utilização do ambiente digital provocadas pela “badalada fack news”.

Neste contexto, afirmou que a temática “Média para Democracia, Jornalismo e Eleições em Tempo de Desinformação” afigura-se como sendo de muita importância para Cabo Verde, ressalvando que, à semelhança de outros países à volta do mundo, o País está prestes a entrar num ambiente eleitoral proximamente.

“A liberdade dos órgãos de informação aumenta a dignidade, a liberdade e prosperidade humanas em todo o mundo. É também necessária uma imprensa livre para se criar um clima de transparência e prestação de contas, que são necessárias para sustentar o desenvolvimento”, enfatizou, acrescentando que os EUA valorizam a liberdade de imprensa como uma componente chave de governança democrática.

Marissa Scott considerou ainda Cabo Verde como um modelo na região africana onde está inserido e mesmo no continente, tanto em matéria da democracia e direitos humanos, como ao nível da liberdade de imprensa, e realçou que a Embaixada dos EUA se orgulha de trabalhar com o Governo, as agências de informações locais e com a AJOC, e que não seria possível “explicar com êxito” os seus programas e politicas para o povo cabo-verdiano sem se trabalhar com a imprensa nacional.


SR/FP

Inforpress/Fim

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