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Cabo Verde: Presidente da Cruz Vermelha passa a ter mandato de quatro anos

 

Cidade da Praia, 21 Out (Inforpress) – O novo presidente da Cruz Vermelha de Cabo Verde, que se conhece hoje, passa a ter um mandato de quatro anos, em vez dos três, anunciou a porta-voz da XI ª Assembleia Geral da CVCV, Madalena Tavares.

Em declarações à Inforpress, aquela membro do Conselho Superior da CVCV e do Conselho Executivo revelou que a revisão dos estatutos da organização não governamental, que ditou algumas alterações, foi “aprovada por unanimidade” dos delegados presentes.

Segundo a porta-voz, a adoptação de novos estatutos foi um “ganho extraordinário”, porque, diz ela, aquele documento já “carecia de alguma modernização”.

A alteração do mandado do presidente da CVCV, que passa de três para quatro anos, com uma reunião intercalar do Conselho Superior, é a grande novidade introduzida nos novos estatutos aprovados.

O tempo do mandato do presidente da Cruz Vermelha de Cabo Verde, de acordo com a porta-voz, gerou um “intenso debate” à volta desta alteração.

Por uma questão ética, explica Madalena Tavares, os novos estatutos vão ser apresentados ao Governo, que não tem a competência para os alterar.

“Somos uma organização independente”, precisou Madalena Tavares, uma vez que o Governo, em várias circunstâncias, tem apoiado a Cruz Vermelha.

Instada se já se conhece algum candidato à presidência da CVCV, respondeu que se está a ver o cenário que admite que qualquer pessoa possa concorrer ao cargo.

“Daqui a algumas horas, veremos o que vai acontecer, mas garanto que será com a máxima transparência e máxima prudência para a garantia da sustentabilidade da nossa sociedade nacional”, indicou Madalena Tavares, para quem é necessário que a CVCV continue com aquela ética que vem habituando aos seus voluntários e, que, também, levou que a Cruz Vermelha de Cabo Verde ocupasse “alguns lugares cimeiros” junto do movimento internacional.

A eleição dos novos corpos sociais da CVCV acontece ainda hoje, depois da apresentação, discussão e aprovação dos relatórios de conta e actividades.

Perguntada se vai haver mais do que uma candidatura, respondeu: “Há sinais, mas devem ser dados no momento próprio. Vai-se avaliar todo o trabalho. Lembro que a CVCV é uma associação de responsabilidade nacional, que tem compromissos internacionais, assim como uma imagem internacional a defender”, reafirmou.

“Vamos analisar o perfil da candidata ou do candidato que se apresentar”, conclui Madalena Tavares, lembrando que aos voluntários da CVCV também lhes são exigidos perfis.

LC/JMV

Inforpress/Fim

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