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Cabo Verde precisa de uma liderança capaz de integrar e proteger a Nação – José Maria Neves

Porto Novo, 21 Jul (Inforpress) – Cabo Verde precisa, neste momento, de “uma liderança capaz de unir, integrar e proteger” o País, declarou, terça-feira à noite, no Porto Novo, em Santo Antão, José Maria Neves, candidato às próximas eleições presidenciais, agendadas para Outubro.

Por isso, o candidato presidencial, que falava num encontro com os jovens porto-novenses, disse que “a escolha no dia 17 de Outubro (data das eleições presidenciais) será extraordinariamente importante para Cabo Verde”.

“Vamos votar no futuro de Cabo Verde, vamos votar no futuro dos nossos filhos e netos, vamos votar para que Cabo Verde possa, no horizonte 2030, conseguir realizar os objectivos do desenvolvimento sustentável”, notou José Maria Neves, recordando “o percurso de sucesso” conseguido pelo arquipélago “nos primeiros 15 anos deste século”.

Lembrou que Cabo Verde nos primeiros 15 anos do século 21 ascendeu à categoria de País de rendimento médio e cumpriu, “no essencial”, todos os objectivos do desenvolvimento do milénio, além de ter sido “uma referência de boa governação”.

“Um caso raro em África”, sublinhou o candidato, para quem todos esses “desideratos” foram alcançados graças “ao trabalho conjunto dos cabo-verdianos”.

No entender de José Maria Neves, “neste momento, o importante é a união dos cabo-verdianos”, para que o arquipélago possa “de novo, fazer este percurso de sucesso, para que não haja regressão e para, efectivamente, reconstruímos o país após a pandemia”.

Se for eleito, este candidato, que tem o apoio do (PAICV – oposição), promete ser “o primeiro embaixador” para “promover Cabo Verde, levar Cabo Verde ao mundo e trazer o mundo a Cabo Verde”, com vista a mobilizar “os recursos e investimentos” que permitam “reconstruir” o País.

Vai ser preciso, no seu entender, “acelerar o ritmo de crescimento” de Cabo Verde, recuperar as empresas, gerar emprego e debelar a pobreza no País.

O antigo primeiro-ministro de Cabo Verde, que esteve a falar do papel dos jovens no futuro do arquipélago, promete ainda ser “um presidente que seja capaz, sem magoas e ressentimentos do passado, de arbitrar o jogo político, um presidente com energia e com força capaz de percorrer o campo e acompanhar todos os lances do jogo”.

“Precisamos de um presidente actuante, capaz de aconselhar e sugerir, mas também capaz de dar um cartão amarelo ou vermelho quando necessário, um presidente capaz de dialogar com todos sem nenhum tipo de mágoas e ressentimentos do passado, um presidente que inclui e que exerça a política de amizade”, notou.

JM/ZS

Inforpress/Fim 

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