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Cabo Verde pode servir de plataforma de negócios para China através do mercado da CEDEAO e União Europeia mas não ainda dos PLP – presidente da CCB

 

Cidade da Praia, 16 Jun (Inforpress) – O presidente da Câmara do Comércio de Barlavento (CCB), Belarmino Lucas, defendeu hoje que Cabo Verde pode servir de plataforma de negócios para China através do mercado da CEDEAO, União Europeia e AGOA, mas não ainda com os PLP.

Belarmino Lucas fez essa consideração quando dissecava sobre o tema “Cabo Verde: Plataforma para facilitação de negócios China PLP”, no âmbito do Encontro para a Cooperação Económica e Comercial entre a China e os Países de Língua Portuguesa, que decorre na Cidade da Praia.

O presidente da CCB, que se referia às relações que Cabo Verde possui com o mundo em termos económicos, é de opinião que já no caso dos Países de Língua Portuguesa as coisas são diferentes, pois, as relações entre os países não se evoluíram a esse ponto, ficando apenas num de espaço de “concertação”.

“Tem faltado o elemento da integração económica, o que faz com que não haja à partida, para que um país terceiro que venha investir a Cabo verde, qualquer vantagem especial para aceder ao mercado dos PLP, na medida em que o próprio empresário cabo-verdiano, ainda, não tem essa possibilidade”, explicou.

Ainda Belarmino Lucas, se só pelo facto de Cabo Verde ser membro efectivo da CPLP há essa possibilidade, esse potencial de se transformar em plataforma para investimento de China ou outros países, falta ainda que a comunidade percorra o caminho facilitador do processo que tem a ver com o cumprimento de circulação livre.

As principais vantagens de Cabo Verde ser uma plataforma de negócios da China, neste momento, assevera aquele representante da CCB, se colocam a nível da CEDEAO, UE e do AGOA e da sua localização estratégica no atlântico.

Para o PCA da ASA, Renato Lima, que também interveio no debate, em termos de aviação civil Cabo Verde tem todas as condições para assumir essa plataforma, pois, pode voar para qualquer país da Europa ou EUA, para além de possuir aeroportos seguros para acolher companhias estrangeiras.

A China pretende ter Cabo Verde como plataforma para facilitação dos seus negócios com os Países da Língua Portuguesa para atingir outros mercados, através de empresas dos PLP, como já acontece com a EDP e os investimentos realizados nos EUA, na área das energias renováveis.

PC/JMV
Inforpress/fim

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