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Cabo Verde formaliza o primeiro Grupo de Protecção da Forças das Forças Armadas

Cidade da Praia, 25 Nov (Inforpress) – Cabo Verde melhorou a sua capacidade de respostas às novas ameaças, com uma primeira formação das Forças Armadas em planeamento e condução de operações de protecção das bases, saída de um curso de 30 dias, envolvendo 29 militares.

Esta convicção das Forças Armadas (FA) foi tornada pública à imprensa, perante oficiais, sargentos e praças, e representantes da Cooperação Espanhola, que na manhã de hoje foram patenteados no comando da terceira Região Militar, em Achada Limpo, com uma demonstração de procedimentos de protecção da força, para assinalar o término deste curso de formação de formadores.

Realizada no âmbito da cooperação técnico-militar com o Reino de Espanha, a formação, segundo o tenente Malaquias Cabral, levou as FA a formarem efectivos dos comandos da Terceira Região Militar, da Guarnição, do Estado Maior das Forças Armadas (EMFA) e da Guarda Costeira.

Através de uma exposição, explicou, que consiste na protecção da força, as formas da realização de uma abordagem adequada aos planos de operações de protecção, seguida de um exercício de aplicação de planeamento, exposições de fotografias e vídeos.

Revelou que a protecção da força consiste no auxílio de grandes instalações/bases militares ou civis, visando a segurança e a protecção, tanto das autoridades nacionais, como informações, equipamentos de entre outros, para que Cabo Verde consiga aumentar a sua capacidade a nível de segurança, face à evolução das ameaças a nível mundial.

A demonstração foi dividida em duas partes, sendo a primeira realizada na sala táctica do Comando da Terceira Região Militar, onde o comandante desta unidade, o capitão da patrulha Silvino Chantre apresentou, pormenorizadamente a natureza do “Protecção de Forças”, seguida da amostra de suas capacidades no Campo de Tiro da Polícia Nacional, em Bota Rama.

Para Chantre, os recém-formados estão capacitados no sentido de cumprirem missões no âmbito de segurança e protecção da força, as transformações tecnológicas e de informação, assim como a alteração das ameaças da segurança nacional colectiva e fortalecem, ainda mais, a ligação entre as dimensões internas e externas das questões da defesa e da segurança.

“A cooperação técnica militar é um bom exemplo disso, onde procuramos construir relações, cada vez mais estreitas, partilhar preocupações comuns, explorar oportunidades de acção conjunta, identificar e estabelecer mecanismos práticos de cooperação, sinérgica e complementar e construir passo a passo uma comunidade de interesse e de propósito para o futuro”, esclareceu.

Esta acção de formação, baseada em treinos intensivos entre os militares espanhóis e cabo-verdianos, explicitou, “espelha bem a dinâmica da cooperação técnico-militar, franca e aberta” entre o Reino da Espanha e a República de Cabo Verde.

SR/AA

Inforpress/Fim

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