Cabo Verde acolhe em Novembro ateliê Internacional dos órgão de gestão eleitoral da francofonia

 

Cidade da Praia, 06 Out (Inforpress)- Cabo Verde acolhe de 22 a 25 de Novembro, o ateliê Internacional dos órgão de gestão Eleitoral da francofonia, informou hoje a presidente da Comissão Nacional de Eleições, no final de um encontro com o Presidente da República.

Segundo Maria do Rosário Gonçalves, este encontro com Jorge Carlos Fonseca servir para convidar o chefe de Estado para presidir á abertura do evento
Segundo a responsável, durante este ateliê, que vai reunir todos os países da francofonia e onde estarão representados todos os órgãos da administração eleitoral, desde Bélgica à República do Congo, será abordada a questão da utilização de novas tecnologias nas eleições.

“Pensamos que é um evento importante para Cabo Verde, no geral, mas concretamente para a CNE e para os órgãos da administração eleitoral cabo-verdiana , na medida em que teremos olhares e opiniões sobre o nosso sistema de mais de 60 representantes da África e Europa”, disse, sublinhando que a utilização de tecnologias “é o futuro e vai garantir a sustentabilidade das eleições”.

Para Maria do Rosário Gonçalves, Cabo Verde não está mal posicionado em termos de utilização de tecnologias nas eleições, mas admitiu que há países da região francófona que estão mais avançados, como é o caso de Canadá, França, Benim e Nigéria.

Informou que praticamente todos os países da francofonia utilizam o recenseamento biométrico, tendo alguns já feito experiência de votação electrónica, destacando que, entretanto, Cabo Verde ainda não teve oportunidade de o fazer.

“Acreditamos que será uma boa oportunidade para termos a ideia e noção clara do que vem sendo feito nos países da região da francofonia e podermos adoptar as novas práticas no que concerne á utilização de novas tecnologias”, sublinhou.

Este evento, reforçou, será ainda importante na medida em que se almeja a reformas na lei eleitoral e o país poder absorver essas boas práticas, no âmbito da reforma que se pretende implementar.

“É uma evolução que Cabo Verde ainda não experimentou, embora a nossa lei seja muito avançada, porque já prevê a identificação biométrica dos eleitores nas assembleias de votos que nós ainda não conseguimos concretizar na prática e nesses países já vimos que é possível fazer isso”, disse.

AM/JMV

Inforpress/Fim

 

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